Thursday, December 13, 2012

O REAL SIGNIFICADO DAS PROFECIAS MAIAS E AS MUDANÇAS DE ATITUDE DA HUMANIDADE




 





O REAL SIGNIFICADO DAS PROFECIAS MAIAS E AS MUDANÇAS DE ATITUDE DA HUMANIDADE

As 7 Profecias Maias
Os Maias deixaram para nós, os habitantes do planeta Terra de hoje, uma mensagem escrita em pedra que contém sete (7) profecias.
Uma parte de ALERTA e outra de ESPERANÇA.
A mensagem de alerta profetiza o que vai acontecer nesses tempos em que vivemos. A de esperança fala sobre as mudanças que devemos efetuar para impulsionar a humanidade para uma nova era, a era da mulher, a era das mães, da sensibilidade.
Todos nós, de uma maneira ou de outra, sentimos que estamos começando a viver os tempos do apocalipse. Todos nós sentimos a guerra, guerra pelo petróleo, guerra pela paz.
A cada dia há mais erupções vulcânicas; a poluição gerada por nossa tecnologia chegou a índices alarmantes; estamos enfraquecendo a camada de ozônio que nos protege das radiações do Sol. Estamos contaminando o planeta com nossos dejetos industriais e nosso lixo. A devastação dos recursos naturais está acabando com nossas fontes de água e com o oxigênio que respiramos.
O clima mudou e as temperaturas aumentaram de maneira impressionante, geleiras e campos nevados estão derretendo, grandes inundações se sucedem em todo o mundo, enormes tornados puseram em perigo a Flórida e gigantescos furacões devastaram toda a América central.
O caos informático nos ameaça, a pobreza generalizada pelos efeitos do caos econômico é sentido por quase todos os países do mudo. Todos nós procuramos respostas e um caminho seguro para os tempos em que vivemos. E reconhecemos a partir dos problemas que enfrentamos diariamente que não vivemos em harmonia.
Muitas religiões elaboraram profecias a respeito do que está acontecendo. A bíblia anunciou que quando todos esses fatos acontecessem ao mesmo tempo estariam chegando os tempos do apocalipse.
Os Maias sabiam que isso ia acontecer exatamente nesses tempos, por isso, deixaram orientações para que nós, de maneira individual, contribuamos para levar a humanidade para o amanhecer da galáxia, para uma nova era, onde não haverá mais caos, nem destruição.
Eles nos deixaram 7 profecias em que falam de suas visões do futuro e do nosso presente. Elas estão baseadas nas conclusões de seus estudos científicos e religiosos sobre o funcionamento do Universo.


A primeira profecia fala sobre o final do medo. Diz que o nosso mundo de ódio e materialismo terminará no sábado 22 de dezembro do ano 2012. Neste dia a humanidade deverá escolher entre desaparecer do planeta como espécie pensante que ameaça destruir o planeta ou evoluir para a integração harmônica com todo o Universo.
Compreendendo que tudo está vivo e consciente, que somos parte desse todo e que podemos existir em uma Era de Luz.
A 1ª profecia Maia diz que a partir de 1999 resta-nos 13 anos, só 13 anos, para realizarmos as mudanças de consciência e atitude de que eles nos falam, para que possamos nos desviar do caminho da destruição pelo qual avançamos para um outro, que abra nossa consciência e a nossa mente para a integração com tudo o que existe. Os Maias sabiam que o nosso Sol, eles o chamavam de " Kinich-Ahau", é um ser vivo que respira e que a cada certo tempo se sincroniza com o enorme organismo que existe, que ao receber uma manifestação de luz do centro da galáxia brilha mais intensamente produzindo em sua superfície o que nossos cientistas chamam de erupções solares e mudanças magnéticas.
Eles dizem que isso acontece a cada 5.125 anos. Que a terra se vê afetada pelas mudanças do Sol mediante o deslocamento do seu eixo de rotação. Previram que a partir desse movimento haveria grandes desastres.
Para os Maias o processo universal, como a respiração da galáxia, é cíclico e nunca muda. O que muda é a consciência do homem, que passa através deles num processo sempre em direção a mais perfeição. Com base em suas observações os Maias previram que a partir da data inicial de sua civilização, desde o 4° Ahua, 8° Cumku, isso é 3.113 a.C., 5.125 anos no futuro ou seja, sábado 22 de dezembro de 2012, o Sol ao receber um forte raio sincronizador proveniente do centro da galáxia, mudará sua polaridade e produzirá uma gigantesca labareda radiante.
Para este dia a humanidade deve estar preparada para atravessar a porta que os Maias nos deixaram. Quando a civilização atual, baseada no medo, passará para uma vibração muito mais alta de harmonia.
Só de maneira individual podemos atravessar a porta que permite evitar o grande desastre que o planeta vai sofrer para dar início a uma nova era, um sexto ciclo do Sol.
Os Maias asseguravam que a sua civilização era a 5ª iluminada pelo Sol (Kinich-Ahau), o 5° grande ciclo solar. Que antes haviam existido outras 4 civilizações que foram destruídas por grandes desastres naturais. Achavam que cada civilização é apenas um degrau para ascensão da consciência coletiva da humanidade. Para os Maias, no último desastre a civilização teria sido destruída por uma grande inundação, que deixou apenas alguns sobreviventes dos quais eles eram seus descendentes. Pensavam que ao conhecer o final desses ciclos, muitos humanos se preparariam para o que vinha e que graças a isso haviam conseguido conservar sobre o planeta a espécie pensante, o ser humano.
Eles nos dizem que a mudanças dos tempos permite subir um degrau na evolução da consciência, podemos nos dirigir a uma nova civilização que manifestará maior harmonia e compreensão para todos os seres humanos.
A 1ª profecia Maia nos fala do "tempo do não-tempo", um período de 20 anos chamado "Katún" . Os últimos 20 anos desse grande ciclo de 5.125 anos, quer dizer que desde 1992 até 2012. Profetizaram que neste tempo manchas do vento solar cada vez mais intensas apareceriam no Sol, que desde 1992 a humanidade entrará num último período de grandes aprendizagens, de grandes mudanças, que nossa própria conduta de depredação e contaminação do planeta contribuiria para essas mudanças acontecerem.
Essa profecia diz que essas mudanças irão acontecer para que possamos entender como funciona o Universo e para que avancemos a níveis superiores, deixando para trás o materialismo e nos livrando do sofrimento.
O livro sagrado Maia CHILAM BALAM diz que no 13° Ahau no final do último Katún (2012) o Itza será arrastado e rodará Tanka ( ...as civilizações... cidades serão destruídas) haverá um tempo em que estarão sumidos na escuridão e depois virão trazendo sinal futuro. Os Homens do Sol, a terra despertará pelo norte e pelo poente, o Itza despertará.
A 1ª profecia anunciou que 7 anos depois do inicio do 1° katún, ou seja 1999, começaria uma época de escuridão que todos nós enfrentaríamos com nossa própria conduta; disseram que as palavras de seus sacerdotes seriam escutadas por todos nós como orientação para o despertar. Eles falam dessa época como o tempo em que a humanidade entrará no grande salão dos espelhos, uma época de mudanças para que o homem enfrente a si mesmo para fazer com que ele entre no grande salão dos espelhos, para que ele veja e analise seu comportamento consigo mesmo, com os demais, com a natureza e com o planeta onde vive.
Uma época para que toda a humanidade, por decisão consciente de cada um de nós, decida mudar e eliminar o medo e a falta de respeito de todas nossas relações.


A 2ª profecia anunciou que o comportamento de toda a humanidade mudaria rapidamente a partir do eclipse solar de 11 de agosto de 1999. Naquele dia, vimos como um anel de fogo que se recortava contra o céu, foi um eclipse sem precedentes na história, pelo alinhamento em cruz cósmica com o centro da terra de quase todos os planetas do sistema solar. Eles se posicionaram nos 4 signos do zodíaco que são os signos dos 4 evangelistas, os 4 guardas do trono que protagonizam o apocalipse, segundo São João. Além disso, a sombra que a lua projetou sobre a terra atravessou a Europa, passando por Corsovo, depois pelo Oriente Médio, Irã, Iraque e posteriormente dirigindo-se ao Paquistão e à Índia . Com a sua sombra ela parecia prever uma área de conflitos e guerras.
Os Maias sustentavam que a partir desse eclipse, o homem perderia facilmente o controle ou então alcançaria sua paz interior e tolerância evitando os conflitos, então viveremos uma época de mudanças, que é a ante-sala de uma nova Era, a noite fica mais escura antes do amanhecer.
O fim dos tempos é uma época de conflitos e de grande aprendizagem, de guerras, separação, loucura que vai gerar por sua vez processos de sofrimento, destruição e evolução.
A segunda profecia indica que a energia que se recebe do centro da galáxia aumentará e acelerará a vibração em todo o Universo para conduzir a uma maior perfeição. Isso produzirá mudanças físicas no Sol e mudanças psicológicas no ser humano que mudará sua forma de pensar e de sentir. Serão transformadas as formas de relacionamento e de comunicação, os sistemas econômico-sociais de ordem e justiça, serão mudados as convicções religiosas e os valores que aceitamos hoje. O ser humano irá defrontar-se com seus medos e angústias para solucioná-los e assim poderá sincronizar-se com o ritmo do planeta e do Universo.
A humanidade irá se concentrar no seu lado negativo e poderá ver claramente as coisas ruins que estão fazendo, esse é o primeiro passo para mudar de atitude e conseguir a unidade que permite o surgimento de uma consciência coletiva. Serão incrementados os acontecimentos que nos separam, mas também os que nos unem, criando uma instabilidade emocional, o medo, a agressão, o ódio, as famílias em dissolução, os enfrentamentos por ideologia, religião, modelos de moralidade e nacionalismo. Simultaneamente mais pessoas encontrarão a paz interior, aprenderão a controlar suas emoções, haverá mais respeito, serão mais tolerantes e compreensivas, encontrarão o amor e a unidade. Surgirão homens com altíssimos níveis de energia interna, pessoas com sensibilidade e poderes intuitivos para a salvação. Mas também surgirão farsantes que pretenderão obter lucro econômico, às custas do desespero alheio.
Os Maias previram que a partir de 1999 começaria a era do “tempo do não-tempo”, uma etapa de mudanças rápidas necessária para renovar os processos geológicos, sociais e humanos. Ao final do ciclo cada um seria seu próprio juiz, será quando o ser humano entrará no Grande Salão dos Espelhos para analisar tudo o que fez na vida. Ele será classificado pelas qualidades que tenha conseguido desenvolver na vida, sua maneira de agir dia após dia, seu comportamento com o semelhante e com o planeta.
Todos irão se posicionar segundo o que sejam, os que conservam a harmonia entenderão o que aconteceu como um processo de evolução no Universo. Por outro lado, haverá outros que por ambição ou frustração culpará os outros ou a Deus pelo que acontecerá.
Serão geradas situações de destruição, morte e sofrimento. Mas elas também darão lugar ao mesmo tempo a circunstâncias de solidariedade e respeito pelo semelhante, de unidade com o planeta e com o Cosmos. Isso significa que o céu e o inferno estarão se manifestando ao mesmo tempo e cada ser humano viverá em um ou em outro, dependendo do seu próprio comportamento. No céu com a sabedoria para transcender o que acontecerá. No inferno para aprender com a dor e com o sofrimento. Duas forças inseparáveis, uma que entende que tudo no Universo evolui para a perfeição, que tudo muda, outra envolta em um plano de materialismo que só alimenta o egoísmo. Na época da mudança dos tempos, todas as opções estarão disponíveis e praticamente sem censura de nenhum tipo, e os valores morais serão mais frouxos que nunca para que cada um se manifeste livremente como é.
A 2ª profecia afirma que se a maioria da população muda seu comportamento e se sincroniza com o planeta serão neutralizadas as mudanças drásticas que serão descritas nas profecias seguintes. Devemos estar conscientes de que o ser humano sempre decide seu próprio destino, especialmente nessa época; as profecias são apenas advertências para que tomemos consciência da necessidade de mudanças de rumo para evitar que isso se torne realidade.



A 3ª profecia diz que uma onda de calor aumentará a temperatura do planeta provocando mudanças climáticas, geológicas e sociais de magnitude sem precedente e a uma velocidade assombrosa.
Os Maias disseram que esse aquecimento se dará por vários fatores. Alguns deles pelo ser humano que por sua falta de sincronismo com a natureza só poderá produzir processos de auto-destruição. Outros fatores serão gerados pelo Sol, que ao acelerar sua atividade pelo aumento da sua vibração, produzindo mais irradiação aumentando a temperatura do planeta.
Cada um de nós, de uma forma ou de outra, ajudamos a desflorestar o planeta ou a contaminá-lo. Com nossos automóveis, jogando lixo nas ruas ou parques públicos, contribuímos para que o clima do planeta se volte contra nós. As mudanças já estão acontecendo, mas como estão acontecendo muito lentamente adaptamo-nos a elas e nem as percebemos.
O processo global de industrialização que teve lugar no século XX mudou dramaticamente a atmosfera com suas emissões de gases tóxicos. A chamada chuva ácida, um subproduto da queima de carvão ou derivados de petróleo e emissões de sulfetos e óxidos de nitrogênio das industrias tem lugar no mundo todo e concentra-se nas áreas urbanas, corroem os monumentos e pontes, e destrói a pintura externa, os bosques, causa danos à vida marinha e aos solos cultivados, transforma a água potável em tóxica e reduz a visibilidade. As chaminés contaminantes de milhões de fábricas indiferentes ao dano que causam, modificaram as temporadas de chuvas, as estações e o clima.
Em milhões de lugares no planeta ainda se cozinha à lenha, criando fogueiras que emitem grandes quantidades de fumaça, cinzas, vapor d’água e gás carbônico (CO²).
Tudo isso deu lugar ao aparecimento do efeito estufa, pois a concentração de CO2 que fica flutuando na atmosfera e reage quimicamente com dióxidos aumentam a temperatura.
O ar que respiramos está cheio de partículas de monóxido de carbono (CO), dióxido de nitrogênio (NO2) e metano (CO3), produto resultante da combustão da gasolina no motor de milhões de automóveis e de milhares de usinas térmicas e de geração de eletricidade.
A depredação de selvas para uso em terras de cultivo, ou para ampliar as cidades tornou-se uma prática comum. Os bosques que purificam o ar ao transformar gás carbônico em oxigênio, são incendiados. O ser humano não é consciente do mal que está causando ao planeta, nem que é preciso plantar para repor a vegetação que consome. O planeta transformou-se em um grande depósito de lixo. Enviamos contêineres com resíduos radioativos para o fundo do mar, carregamos navios inteiros com substâncias não-degradáveis.
As variações climáticas, consequência das relações danosas do ser humano e das mudanças do comportamento do Sol, produzem uma alteração das chuvas, diminuem sua intensidade, quantidade e regularidade. O aumento da temperatura produzirá fortes ventos, furacões e tufões.
Os furacões são tormentas gigantescas e violentas, um redemoinho de destruição e morte. São chamados de FURACÃO em homenagem ao deus do mau dos aborígines do Caribe. O furacão Mithi e os fenômenos associados ao El-niño são evidências da tendência para grandes desastres causados pelo clima.
O sistema hídrico é fundamental pois, cerca de 70% da superfície do planeta está coberta por água. Com o aumento da temperatura, diminui a umidade relativa do ar que trará como consequência menos nuvens e maior exposição ao Sol, agravando assim o problema, assim será evaporada a água dos solos, produzindo secas e grandes incêndios em todo o planeta, a falta d'água produzirá graves inconvenientes à vegetação, reduzindo seu crescimento e diminuindo consideravelmente o tamanho das colheitas. Ao reduzir-se a quantidade de água das chuvas, diminuirá também o fluxo dos açudes e lagos, criando sérios problemas à fauna da terra.
Tudo isso causará um forte impacto na economia, haverá desabastecimento e muitos produtos que dependem do clima como a água, as folhagens, os cereais, o pescado e a geração de energia elétrica terão aumentos vertiginosos de preço, serão épocas de racionamento de eletricidade, de fome e descontentamento social, aumentará o número de pragas, insetos e doenças tropicais como a malária.

O comportamento do ser humano será crucial para suportar o aumento geral da temperatura causada pela sua própria conduta inconsciente e depredatória.



A 4ª profecia Maia diz que o aquecimento do planeta causado pela conduta antiecológica do ser humano e por uma maior atividade do Sol, causará o derretimento do gelo dos polos. Se o Sol aumentar seus níveis de atividade acima do normal haverá uma maior produção de ventos solares, mais erupções maciças desde a coroa do Sol, um aumento na irradiação e um incremento na temperatura do planeta.
Os Maias se basearam no giro de 584 dias do planeta Vênus para efetuar seus cálculos solares. Vênus é um planeta facilmente visto no céu, pois sua órbita está entre a terra e o Sol.
Eles deixaram registrado em seu “dresden codex” que a cada 117 giros de Vênus, marcado a cada vez que o planeta aparece no mesmo ponto no céu, o Sol sofre fortes alterações e aparecem grandes manchas ou erupções do vento solar, advertiram que a cada 1.872.000 kines, ou seja, 5.125 anos são produzidas alterações ainda maiores e que quando isto ocorre o ser humano deve estar alerta, é o presságio de destruição e mudanças.
No “Códicedrede” também figura o numero 1.366.560 kines que tem a diferença de 1 katun (20 anos) como um número que aparece no Templo da Cruz.
No Tempo da Cruz, em Palenque está entalhado o número 1.359.540 kines, a diferença que ele tem anotado no “Códicedresden” é de 20 anos ou 1 katun, é um período de tempo que eles chamavam de “Tempo do não-tempo” e é o que estamos vivendo desde 1992. As mudanças da atividade do Sol serão maiores, posto que as proteções que temos em todo o planeta estão ficando mais fracas.
O escudo eletromagnético que temos e que nos protege está diminuindo em sua intensidade. A produção de ozônio na ionosfera que impedia a chegada dos raios ultravioletas à terra diminuiu e já apareceram alguns buracos enormes sobre os pólos permitindo a chegada dos raios do Sol à superfície do planeta.
A atividade do ser humano está alterando a composição da atmosfera. O chamado “efeito estufa” que impede a saída do calor e aumenta a temperatura. Todos os fenômenos ao ocorrer simultaneamente produzirão modificações no clima e um aumento da temperatura nos mares e derreterá mais rapidamente o gelo nas calotas polares. Isso causará aumento do nível dos mares produzindo inundações nas terras costeiras, modificação morfológica dos continentes onde vivemos.
Os Maias previram que esta seria a forma como o planeta se limparia e teria muitas áreas verdes por todas as partes. O aumento da temperatura já começou, relatórios científicos de diversas fontes confirmam, estudos realizados pela Universidade de Colorado concluem que as geleiras e picos nevados de todo o mundo estão diminuindo seu volume notavelmente, como resultado do aumento geral da temperatura do planeta.
O maior pico nevado na áfrica, o monte Kenia, perdeu 92% de sua massa, os picos nevados do monte Quili-manjar sofreram redução de 73%, na Espanha e, em 1980 havia 27 picos nevados, esse número foi reduzido para 13. Nos Alpes europeus e no Cáucaso na Rússia diminuíram 50%.
Na Nova Zelândia e nos montes entre a Rússia e a China houve redução de 26%, os cálculos preliminares dos estudos dizem que se as mudanças continuarem no mesmo ritmo, em 50 anos não haverá picos nevados em nenhuma parte do mundo.
Na Antártida a situação é ainda mais grave, o pico está se derretendo a partir do centro e não a partir das bordas. É sabido que quando um lago gelado começa a derreter ele sempre o faz a partir de seu centro. A temperatura na Antártida aumentou 2,5°C nos últimos 25 anos e está aparecendo vegetação em locais onde antes não havia nada mais que gelo.
Mais de 50% da população mundial vive perto do mar, por isso milhões de pessoas serão afetadas e deslocadas de seus lares. 1998 estabeleceu recordes de altas temperaturas, que ficaram dentre as mais altas dos últimos 600 anos. No entanto, um aumento da temperatura como este que vem ocorrendo não muda rapidamente os níveis de água em todo o planeta, será um processo que levará vários anos.
A única coisa que poderia mudá-los seria uma mudança súbita na posição da crosta terrestre sobre seu núcleo central. Isso já ocorreu várias vezes no planeta ao mudar a posição dos polos.
Sabemos que muitas coisas que não queremos que aconteçam e que causam grandes tragédias, acabam acontecendo.
Devemos nos concentrar em produzir resultados positivos de nossas ações e, ao mesmo tempo, crescer com as dificuldades que encontramos. Devemos assumir a vida e tomar as decisões de maneira consciente, devemos abrir os olhos às possibilidades que possam nos trazer no mundo em que todos culpam os outros pelo que acontece.
Todas as profecias procuram uma mudança na mente humana, pois o Universo está gerando todos esses processos para que a humanidade se expanda pela galáxia compreendendo sua integridade fundamental com tudo que existe.

A 5ª profecia diz que todos os sistemas baseados no medo sob as quais está fundamentada a nossa civilização se transformarão simultaneamente com o planeta e com o ser humano, dando lugar a uma nova realidade de harmonia.
O ser humano está convencido de que o Universo existe só para ele, que a humanidade é a única expressão de vida inteligente e por isso age como depredadora de tudo que existe.
Os sistemas falharão para que o ser humano enfrente a si mesmo, para que ele veja a necessidade de reorganizar a sociedade e continuar no caminho da evolução que nos levará a entender a criação.
Neste momento, praticamente todas as economias do mundo estão em crise, e foi desencadeada uma onda especulativa em todas as partes.
Em apenas 1 dia, 1 trilhão de dólares muda de mãos nos mercados financeiros internacionais. 15% de queda nos mercados fazem desaparecer o equivalente a uma riqueza que anula todas as fábricas dos EUA juntas.
Desde 1995, a economia mundial não é mais dominada pelo intercâmbio de automóveis, aço, trigo e outros bens e artigos reais, mas pelo intercâmbio de dívidas, ações e títulos de crédito, isto quer dizer, de riqueza virtual com a qual é muito fácil especular.
A síndrome do cartão de crédito tornou-se um mal comum, o ser humano assume uma divida superior ao que ganha, pondo sua economia pessoal na corda bamba, isso se reflete em todos nos níveis.
A especulação em torno do capital financeiro levou a uma situação econômica mais delicada que a de 1929, antes da queda da bolsa de valores em 1930.
Quase todas as economias do mundo então com problemas, especulações financeiras e os salva-vidas do governo com dinheiro de bancos que estão à beira da falência, dificultam ainda mais todo esse processo.
Existem então situações de alto risco no sistema econômico, e no sistema de controle de informações e se a isso acrescentarmos o aumento na atividade do Sol que pode causar danos irreparáveis nos satélites, a situação se complica.
Com as labaredas solares, recebemos uma dose incomum de raios ultravioleta que expandem a atmosfera superior diminuindo a pressão que existe sobre os satélites que estão a baixas altitudes. Isso fará com que ele diminuam a sua órbita para outra muito mais rápida e perderemos assim o contato temporal com eles - na melhor da hipóteses- e serão interrompidas todas as comunicações por satélite no planeta, também pode acontecer que os 19.000 objetos que transitam na órbita da terra ao receber a dose alta de eletromagnetismo do Sol tenham seus componentes eletrônicas danificados e deixem de funcionar para sempre.
Ao afetar-se a ionosfera, pela emissão de raios solares, produzem-se alterações em todas as comunicações de rádio e televisão, porque é nesta camada que são transmitidas e refletidas as diferentes frequências.
Portanto, a economia e a comunicação são sistemas frágeis e interconectados com todos os outros. A rede elétrica é especialmente sensível às labaredas solares, como ocorreu durante 9hs em todo o Quebec em 1989.
O sistema de eletricidade é a coluna vertebral de nossas sociedades contemporâneas, se um falhar, falhará um atrás do outro, como pedras de dominó derrubando consecutivamente todos os sistemas. Dizem que um sistema é tão forte quanto o mais fraco de seus componentes ou elos.
Imaginemos como reagiria a nossa sociedade a todos esses acontecimentos simultâneos. A comida ficaria escassa; as comunicações seriam impossíveis; a tráfego enlouqueceria em todas as cidades, a economia ficaria paralisada; a maioria de nós perderia o juízo e teria inicio a uma desordem civil que pela quantidade de pessoas envolvidas ultrapassaria as expectativas e os controles civis e militares do governo. Essa situação de descontrole total modificaria para sempre todos os sistemas da sociedade.
Os sistemas religiosos baseados em um Deus que infunde medo também entrariam em crise. Surgiria um único caminho espiritual comum a toda a humanidade que terminará com todos os limites estabelecidos entre as diferentes formas de ver Deus.
O novo dia galáctico é anunciado por todas as religiões e cultos como uma época de Luz, Paz e Harmonia para toda a Humanidade. É claro então que tudo que não produza este resultado deve desaparecer ou transformar-se, a nova época de Luz não pode ter uma humanidade baseada na economia comunista de imposição de verdades pela força.
A 6ª profecia Maia fala que nos próximos anos aparecerá um cometa cuja trajetória colocará em perigo a própria existência do ser humano.
Os maias viam os cometas como agentes de mudanças que vinham para por em equilíbrio o movimento existente para que certas estruturas se transformem permitindo a evolução da consciência coletiva. Todas as coisas têm um lugar que lhes corresponde, todas as circunstâncias, até mesmo as mais adversas, são perfeitas para gerar compreensão sobre a vida, para desenvolver a consciência sobre a criação. Por isso o ser humano está constantemente enfrentando situações inesperadas que geram sofrimento a ele, é um modo de conseguir que ele reflita sobre sua relação com o mundo e com os outros. Assim, ao longo de muitas experiências em muitas vidas ele entenderá as leis naturais da razão e da criação.
Para os Maias, Deus é a presença da vida em todas as formas e sua presença é infinita.
O cometa - Ajenjo como era chamado – de que fala a profecia foi também anunciado por varias religiões e culturas, por exemplo, na bíblia, no livro das revelações onde recebe o nome de “Absinto”, se o cometa aparecer é possível que sua trajetória o leve a se chocar com a Terra ou então que por meios físicos ou psíquicos conseguiremos desviar sua trajetória.
Os cometas sempre fizeram parte do sistema solar, milhares de resíduos atravessam, cruzam, vão e voltam, periodicamente e inclusive se chocam com os planetas que se movem sempre tranqüilos em suas órbitas regulares ao redor do Sol.
A comunidade científica aceita que a 65 milhões de anos, no cretáceo terciário, um cometa caiu em Chicxulub, na península de Yucatan, no Atlântico. Causando a extinção dos dinossauros. Sua cratera com 180 km de diâmetro tem altas concentrações de Irídio – elemento muito raro na terra, mas, muito comum nos asteróides.
Associou-se o aparecimento de asteróides a momentos difíceis como o que coincidiu com a erupção do vulcão Vesúvio que destruiu Pompéia e Herculano no ano 79 d.c. ou com a queda do rei Harold por Guilherme, O Conquistador na Inglaterra e 1066 que foi registrada no Tapete de Beyeux; causaram pânico coletivo com o Halley em 1910, naquela época presumiu-se que a sua cauda era de gás venenoso (o cianureto) e foram vendidas milhares de pilulas para que as pessoas se protegessem dele. Foram também causadores de suicídios coletivos com os dos 39 membros da “Porta do Céu” em 1997, que acreditavam que o enorme cometa Hali-Bopp, com 40km de diâmetro vinha buscá-los.
Os cometas sempre geraram controvérsias, mas nunca tanta como em 1456 quando reapareceu o cometa Halley que foi considerado como um agente do diabo e deveria ser expulso do céu, sendo excomungado pelo Papa Calípso III.
Foi Isaac Newton que descobriu que a gravidade mantém os planetas girando em órbitas definidas em torno do Sol e Edmond Halley, seu contemporâneo, utilizou esses cálculos para determinar as órbitas dos cometas, anunciando que a cada 76 anos o cometa Halley regressaria. Por esse motivo ele leva seu nome.
Os cometas também causaram desastres regionais como na Sibéria, sobre o rio Tungeska, um asteróide de aproximadamente 50m de diâmetro explodiu no ar em 1908, destruindo instantaneamente 2km de um bosque totalmente denso.
Alguns se aproximaram bastante da terra como o cometa Iras-araque-aukoque, que se aproximou a 6 milhões de km da terra e poderia ter causado um dano maior do que se explodissem, simultaneamente, todas as bombas atômicas existentes.
Os Maias sempre estudaram e registraram os eventos do céu, seu alerta foi prevenir os seres humanos do perigo de não conhecerem as órbitas e os períodos de grandes resíduos que se cruzam com a trajetória da terra. Eles sabiam que para o homem moderno, descobrir com antecedência asteróides tão grandes que pudessem causar sua extinção e então desviá-lo seria uma das maiores façanhas da história humana e o fato crucial que nos uniria como espécie.
Antigamente, a esfera celeste era o domínio dos deuses, com o aparecimento inesperado de um objeto desconhecido que dominava a noite era motivo de medo e misticismo, por isso os maias construíram observatórios dedicados a estudar os fenômenos. Eles queriam entender seus movimentos imprevisíveis no céu, especialmente depois de terem estabelecido as posições dos planetas e das estrelas.
O perigo iminente nos obrigaria a construir um nível de cooperação mundial, a estabelecer um sistema de comando e controle acima dos países e uma estrutura de comunicação mundial, seria a única maneira pela qual os países abririam mão de sua soberania a um país como as NAÇÕES UNIDAS, dando origem a um governo mundial para o bem comum.
Seria um caminho para aprender a transcender a separação que é a base de nossa sociedade.



A 7a profecia nos fala do momento em que o sistema solar, em seu giro cíclico, sai da noite para entrar no amanhecer da galáxia. Ela nos fala que nos 13 anos que vão desde 1999 até 2012, a luz emitida desde o centro da galáxia sincroniza todos os seres vivos e permite a eles concordar voluntariamente, com uma transformação interna que produz novas realidades e que todos os seres humanos têm a oportunidade de mudar e de romper suas limitações através do pensamento.
Os seres humanos que voluntariamente encontrarem seu Estado de Paz Interior, elevando sua energia vital, levando sua frequência de vibração interior do medo para o amor poderão captar e se expressar através do pensamento e com ele florescerá o novo sentido.
A energia adicional do raio emitido por Runacku (centro da galáxia) ativa o código genético de origem divina nos seres humanos que estejam em alta frequência de vibração, este sentido ampliará a consciência de todos os seres humanos gerando uma nova realidade individual, coletiva e universal.
Uma das maiores transformações ocorrerá em nível planetário, por que todos os homens conectados entre si como um só todo, darão nascimento a um novo ser na ordem galáctica. A reintegração das consciências individuais de milhões de seres humanos despertará uma nova consciência, na qual todos entenderão que fazem parte de um mesmo organismo gigantesco.
A capacidade de ler o pensamento entre os humanos revolucionará totalmente a civilização, desaparecerão todos os limites, terminará a mentira para sempre porque ninguém poderá ocultar nada, começará uma época de transparência e de Luz que não poderá ser ocultada por nenhuma violência ou emoção negativa.
Desaparecerão as leis e controles externos como a polícia e o exército porque cada ser se fará responsável por seus atos, não será preciso impor nenhum direito ou dever pela força.
Será formado um governo mundial e harmônico com os seres mais sábios e evoluídos do planeta, não existirão fronteiras nem nacionalidades, terminarão os limites impostos pela propriedade privada e não será necessário dinheiro como maneira de intercâmbio, serão implementadas tecnologias para o controle da luz e da energia e com elas se transformará a matéria produzindo de maneira simples todo que for necessário dando um basta à pobreza para sempre. A excelência e o desenvolvimento espiritual serão o resultado de seres em harmonia que reduzem a atividade com o que vibram mais alto, ao agirem assim eles expandirão sua compreensão sobre a ordem universal.
Com a comunicação através do pensamento haverá um supersistema imunológico que eliminará as baixas vibrações do medo produzido pelas enfermidades, prolongando cada vida dos humanos. A nova era não precisará da aprendizagem inversa, produzidas pelas doenças e sofrimento que caracterizaram os últimos milhares de anos da história.
Os serem humanos que consciente e voluntariamente encontrarem a paz interior entrarão em uma nova época de aprendizagem por contraste harmônico, a comunicação e a reintegração farão com que as experiências e lembranças individuais e os conhecimentos adquiridos sejam disponíveis, sem egoísmo para todos os outros, será como uma internet em nível mental que multiplicará exponencialmente a velocidade das descobertas e serão criadas sinergias nunca antes imaginadas, terminarão os julgamentos e os valores morais que mudam com o tempo, como a moda; entenderemos que todos os atos na vida são uma maneira de alcançar uma maior compreensão e harmonia.
O respeito será o elemento fundamental da cultura, transformará o individuo e a comunidade e dará à humanidade a oportunidade de se expandir pela GALÁXIA.
As manifestações artísticas, as ocupações estéticas e as atividades recreativas comunitárias ocuparão a mente do ser humano.
Milhares de anos fundamentados na separação entre os homens que adoraram um deus que julga e castiga irão se transformar para sempre. O ser humano viverá a primavera galáctica, o florescimento de uma nova realidade baseada na reintegração com o planeta e com todos os seres humanos.
Neste momento compreenderemos que somos parte de um único organismo gigantesco e iremos nos conectar com a terra, uns com os outros, com nosso Sol e com a galáxia inteira. Todos os seres humanos entenderão que os reinos mineral, vegetal e animal e toda a matéria espalhada pelo Universo em todas as escalas, desde um átomo até uma galáxia são seres vivos com uma consciência evolutiva.
A partir do sábado, 22 de dezembro de 2012, todas as relações serão baseadas na tolerância e na flexibilidade, porque o homem sentirá os outros seres como parte de si mesmos.


Nós vimos a cosmo visão Maia da evolução do Universo e as mensagens de alerta e esperança contidas em sete (7) Profecias, que eles deixaram para todos os habitantes do Planeta Terra desta época.



Monday, December 10, 2012

CHECK OUT IN THE ECONOMIST_Obituary: Oscar Niemeyer



The Americas
Obituary
Oscar Niemeyer
Dec 6th 2012, 17:45 by H.J. | SÃO PAULO AND M.R. | LONDON



Oscar Niemeyer attends an event marking his 100th birthday in Rio de Janeiro
AP



The Roman Catholic Cathedral in Brasília
AFP
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MORE than any other individual, Oscar Niemeyer could claim to have created Brazil's image as a self-consciously modern country. Brazil's most famous architect turned the functionalism of Le Corbusier into a sensual minimalism that was at once daring and restrained. His motto was not that "form follows function" but that "form follows beauty". Like the functionalists he worked in reinforced concrete, but found poetry in it. He rejected right angles in favour of the "liberated, sensual curves" found in "the mountains of my country, in the sinuousness of its rivers, in the waves of the ocean, and on the body of the beloved woman"—shapes displayed in the stunning setting and bright, clear sunlight of his home city, Rio de Janeiro.
After a youth spent in Rio's bars and brothels and his father's printing workshop, he joined the practice of Lúcio Costa, one of Brazil's most influential modernist architects with whom he would enjoy a lengthy partnership. His first big commission was for another man who would become a close friend, Juscelino Kubitschek, then the mayor of Belo Horizonte, who hired Niemeyer to design a set of public buildings for Pampulha, a new suburb. They included a church that a fellow modernist, Oswald de Andrade, described as "the only cathedral still capable of inspiring conversion".
Further commissions for public buildings in Rio followed. Most of the buildings in São Paulo's Ibirapuera park, inaugurated in 1954, were designed by him, including an auditorium only recently built to his original design: a white trapezoid punctuated by a vivid red flame that shelters the entrance. There was also a collaboration—not without tensions—with Le Corbusier to design the United Nations headquarters in New York.
But it is Brasília, Brazil's modernist capital in the arid, empty interior plateau, with which Mr Niemeyer's name has become inextricably associated. Niemeyer recalled later that Kubitschek, elected Brazil's president in 1955, turned up in his house in Rio and said, "Oscar, we built Pampulha and now we're going to build Brasília". And they did.
An international jury chose a modernist plan scribbled on a piece of paper by Costa for a city laid out in the shape of a plane, filled with serried concrete boxes of apartment blocks, hotels and offices, each in their allocated quarters. The city's addresses ("SQN 303, Bl. C, 101") have all the poetry of machine code. But along the plane's central axis are arrayed Mr Niemeyer's palaces, light and jewel-like with their curving concrete ribs, with open ramps instead of steps.
The Cathedral, an abstract interpretation of cupped hands as 16 concrete columns spaced with vast stained-glass panels, fills with light during the day and shines out at night. The National Congress is two tall, thin blocks towering over a single low sweep that supports two huge white bowls. The larger one, upturned, represents the lower house and is often taken to symbolise its openness to all people and political thought (though cynics see it as a begging bowl that cruelly satirises the corruption of politics). The smaller one, downturned, represents the Senate, which has a more inward-looking, reflective role.
A lifelong communist, Mr Niemeyer spent most of the 21 years in which Brazil was ruled by a military dictatorship in Europe. He visited the Soviet Union and designed the Paris headquarters for the French Communist Party. But for him communism was more an abstract Utopia than everyday politics.
He returned to Brazil in 1985, and carried on working from his penthouse studio overlooking Copacabana beach until weeks before his death. He designed the Rio Sambadrome, where the city's carnival is staged, and then a similar stadium for São Paulo. The Contemporary Art Museum in Niteroi, across Guanabara Bay from Rio, resembling a flying saucer docking for a day trip at the beach, was completed in 1996. Responding to news of his death, Brazil's president, Dilma Rousseff, quoted his words: "We have to dream, otherwise things don't happen," and added her own tribute: "Few dreamed so intensely, or made as many things happen, as he did."
Correction: The Contemporary Art Museum in Niteroi was completed in 1996, not 2006 as originally stated. This was corrected on 

Wednesday, September 26, 2012

"Fernanda Garcya NADA ALÉM " PARABENS!!!"







Fernanda Garcya NADA ALÉM





Publicado em 25/09/2012 por fernandagarcya

Considerada uma das maiores cantoras populares do Brasil, nesse clipe, Fernanda Garcya mostra sua face mais intimista e romântica!
Produção musical: Fernando Vinhote
Direção de vídeo: Jaime Magnusson Junior
Direção executiva: Alexandre Menduni
Produção Geral: Luiz Ramos
Cabelo e maquiagem: Eduardo Amaral
Produção Visual: Erika Boechat

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CONFIRAM "TV Cultura apresenta 'Caravaggio - Mestre dos Pincéis e da Espada'"

 
 

 

TV Cultura apresenta 'Caravaggio - Mestre dos Pincéis e da Espada'

Especial será exibido no dia 01/10, às 23h30.

Bárbara Dantine Arte & Cultura

25/09/12 18:44 - Atualizado em 26/09/12 14:57

 

A mostra ‘Caravaggio e seus Seguidores’ trouxe ao Brasil uma exposição nunca vista antes com as obras do pintor Michelangelo Caravaggio. O público pode ver reunidos em um só lugar grandes trabalhos como ‘São Jerônimo Que Escreve’, que pertence a Galeria Borghese de Roma, ‘São Francisco em Meditação’, que fica no Palazzo Barberini também em Roma e ‘Medusa Murtola’, que pertence a um colecionador privado.

Mestre da luz e da sombra, um gênio de personalidade violenta, polêmica e transgressora. Caravaggio cometeu assassinato e foi condenado à morte. O mesmo Caravaggio pintou para a Igreja, para aquilo que representava o poder. Mas seus modelos eram os homens e mulheres do povo. Ele era tão humano quanto seus personagens.

Se você não foi conferir a exposição, você poderá conhecer a vida e obra de Caravaggio no documentário produzido pela TV Cultura: ‘Caravaggio – O Mestre dos Pincéis e da Espada’. Estão presentes no programa os comentários dos maiores especialistas do país, como os historiadores de arte André Tavares, Luciano Migliaccio e Luiz Marques, o curador da exposição "Caravaggio” e seus seguidores Fábio Magalhães, o filósofo e historiador Lorenzo Mammi e o fotógrafo de cinema Carlos Ebert, além de opiniões de homens e mulheres do povo nos bastidores da maior exposição sobre Caravaggio já trazida para o Brasil.

 

Sunday, January 8, 2012

CONFIRAM 'Reflexões de um liquidificador' aposta no humor negro




'Reflexões de um liquidificador' aposta no humor negro
Dirigido por André Klotzel ('Marvada Carne'), filme traz Selton Mello dublando o aparelho doméstico
08 de agosto de 2010 | 13h 08
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REUTERS
Em "Reflexões de um Liquidificador", comédia que estreia apenas em São Paulo na segunda-feira, o eletrodoméstico que está no título do filme reclama a certa altura da capacidade que tem de entender a tragédia das pessoas. Esta habilidade, aliás, é uma benção ou maldição que o afetou depois de uma manutenção. Selton Mello dubla o aparelho, com o cinismo um tanto doce que lhe é peculiar.
Como não podia deixar de ser, essa comédia de muito humor negro, no qual um dos protagonistas é um liquidificador falante, pede a suspensão dos laços com a realidade. Não é um filme realista, mas, claro, passa-se num mundo real onde licenças poéticas são necessárias para o andamento da história.
Dirigido por André Klotzel ("Marvada Carne", "Capitalismo Selvagem"), a partir de um roteiro de José Antonio de Souza, o filme tem como personagem central a dona de casa Elvira, interpretada pela ótima Ana Lúcia Torre. Ex-dona de bar, com o marido Onofre (Germano Haiut, de "O ano em que meus pais saíram de férias"), ela passa os dias na cozinha enquanto ele faz bico como segurança. Para ganhar um dinheirinho extra, ela também empalha bichos que ele vende numa feira.
Esta é a rotina do casal até o dia em que ela entra numa delegacia de polícia para dar queixa do desaparecimento do marido. O delegado (Zecarlos Machado) já vai avisando que, automaticamente, Elvira é a primeira suspeita. O investigador Fuinha (Aramis Trindade, de "Meu nome não é Johnny") começa a seguir a mulher. Em casa, seu único amigo é o liquidificador, que dialoga com ela ouvindo suas reclamações e aflições. A vizinha (a engraçada Fabiula Nascimento, de "Estômago") aparece de vez em quando para conversar.
Elvira nos faz lembrar da personagem inglesa Shirley Valentine, protagonista do filme e peça de teatro homônimos, de 1989. Aqui, no entanto, em vez de dialogar com as paredes, como a protagonista daquele filme, ela fala com o liquidificador, num diálogo absurdo mas encarado com naturalidade. Reside nesse fato, aliás, boa parte da graça da história. Assim como na afinada química entre Ana Lúcia e o equipamento que, mesmo sem vida, é o seu melhor amigo.
Klotzel não tem medo de ir além dos limites, sem nunca cair em escatologias ou baixarias, em prol de um humor bizarro, mas bastante divertido, construído em cima de diálogos e situações.
"Reflexões de um liquidificador" estreia num esquema diferenciado. Além entrar em cartaz numa segunda-feira, está apenas em uma sala (Espaço Unibanco 3 - Rua Augusta, 1475 - São Paulo), com preços variando entre R$ 2 e R$ 16, conforme o horário. Além disso, todas as sessões contarão com a exibição de um curta-metragem. E as duas últimas exibições de cada dia trarão um show de comédia de stand up. O diretor pretende levar o longa para outras cidades e planeja também um lançamento diferenciado para cada local.
(Por Alysson Oliveira, do Cineweb)
* As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb 

Monday, November 21, 2011

CONFIRAM "Palestra: O que a internet está fazendo com nossas mentes?"

SOURCE/LINK:

Uma palestra apresentada no Instituto de Matematica e Estatistica da USP em 18/10/2011 pelo prof Dr Valdemar Setzer, baseada no tema do livro "The Shallows: What the Internet Is Doing to Our Brains" de Nicholas Carr.



Carta na Escola
http://www.gravatar.com/avatar/52cc0962022dbfc52f002c6a23c9322b?default=http%3A%2F%2Fwww.cartacapital.com.br%2Fwp-content%2Fthemes%2Fcartacapital%2Fimg%2Favatar-neutro.jpg&size=45
Roberto Taddei
Geração Y
17.11.2011 12:53
O que a internet está fazendo com nossos cérebros

Carr: A tecnologia pode obstruir o aprendizado, a memória e talvez a empatia. Foto: John Todd/AFP
Quando Nicholas Carr escreveu The Shallows: What the internet is doing to our brains (A Geração Superficial: O que a internet está fazendo com o nosso cérebro), o iPad ainda era apenas uma boa promessa, o Google Wave aparecia como um provável sucesso e os e-books ainda não tinham decolado. Hoje, o Google aposentou o serviço, o iPad é sucesso no mundo todo e as vendas de e-books estouraram nos Estados Unidos. Nesta entrevista, Carr diz como os novos avanços tecnológicos e da internet continuam oferecendo riscos aos nossos cérebros.
Carta na Escola: A maneira como a web é organizada estimula um sistema de recompensas que sugere que somos explorados pelos sites em suas brigas por audiência e retorno comercial. Seria o caso de algum controle legal ou de regulação a respeito do que se pode fazer na rede? Precisamos de proteção? Isso não implicaria censura da liberdade de expressão?
Nicholas Carr: É difícil dizer o quanto de nossos hábitos online resultam de pressões comerciais e o quanto é um reflexo de nossas próprias escolhas. Em outras palavras, nós podemos estar escolhendo ser superficiais. Não estou seguro a respeito de o controle governamental ou das regulações na forma como usamos a rede ser algo aconselhável. Se quisermos mudar nossos hábitos, isso realmente depende de nós, como indivíduos e como sociedade.
CE: A invenção e a proliferação da escrita e da leitura não são uma história fácil, nem mesmo natural, como o senhor reforça. Seria justo imaginar que o futuro da leitura e da escrita será determinado apenas pela facilidade dos usuários na utilização de ferramentas tecnológicas? Não temos espaço para mais esforços cognitivos?
NC: Nossa tendência é usar tecnologias para facilitar nossa vida, não para dificultar e, com os computadores em rede, esse desejo por conveniência está tendo uma enorme influência sobre nossas vidas intelectuais, assim como em nas físicas. Acho que existem evidências de que essa tal facilidade pode obstruir nosso aprendizado e nossa memória, e talvez até mesmo nossa disposição para a empatia.
CE: Quando o senhor publicou seu livro, em 2010, os livros eletrônicos representavam apenas 35% do total das vendas da Amazon. Agora, esse número já ultrapassa o de vendas de obras impressas. Procuramos por mais narrativas longas, ao mesmo tempo que gostamos da experiência dos aparelhos eletrônicos?
NC: As primeiras versões de leitores digitais, como o Kindle original, faziam um bom trabalho na replicação da experiência de um livro impresso. Mas, como já estamos vendo nas versões recentes de aparelhos como o iPad e o Nook, mais e mais opções e funcionalidades estão sendo incorporadas – e, ao mesmo tempo, oferecendo mais distrações aos leitores. Acredito que, no longo prazo, livros digitais tendem a ser lidos de maneira mais superficial, mais distraída do que os livros impressos.

CE: Com a web 2.0, as redes sociais e as ferramentas de curadoria e seleção de conteúdos, parece que caminhamos para uma relação mais atuante na rede e que nos leva a escolher nossas leituras. No entanto, diminuímos a quantidade de conteúdos diferentes a que somos expostos. Corremos o risco de perder a dimensão da rede e de ficar presos em um mesmo grupo?
NC: Sim, acho que estamos vendo essa mudança para uma rede mais controlada, mais “personalizada”. Essa é uma tendência muito similar ao que vimos com outros meios de comunicação no passado, como o rádio, e parece ser o resultado da comercialização. Certamente, há o risco de que acabaremos sendo expostos apenas ao que nos é familiar e assim reforçaremos as nossas próprias idiossincrasias. Nós nos tornaríamos mais limitados, em vez de mais amplos em nossas perspectivas.