Friday, May 25, 2018

RESPEITO AO IDOSO - URGENTE – REFLEXÃO FAMILIAR SOBRE TROCA DE APARTAMENTO


SOURCE/LINK VIDEO EDUCATIVO: https://youtu.be/3HAPC3SwxSI
BOM DIA!!!
URGENTE – REFLEXÃO FAMILIAR SOBRE TROCA DE APARTAMENTO. ISTO PODERIA SER CONSIDERADO UMA MUDANÇA RADICAL NO COTIDIANO E ESPAÇO FÍSICO   DA OCTOGENÁRAI MARIA JOSÉ CORREIA BORGES???

SERÁ QUE ISTO SERIA UMA VIOLÊNCIA QUE ESTARIA AGREGANDO MAIS UM FATOR DE AMPLIAÇÃO DO TRANSTORNO DEPRESSIVO QUE SE ENCONTRA???
Na tentativa de compreender o desastre na perspectiva dos idosos colocam-se em destaque as dimensões sociais de fragilização a partir de uma mudança radical no seu cotidiano e no espaço físico, bem como nas relações com a comunidade e consigo mesmo. Nesse sentido, ocorre uma descaracterização do local onde ocorreram diversas histórias individuais, de família e comunitárias. Com isso o idoso sente seus fragmentos materiais e memórias individuais e coletivas serem
“destruídas”, que em muitos casos de desastres acabam por resultar em afastamento e até “esquecimento” daquele espaço (VIANA; VALENCIO, 2015) [Fonte: A VULNERABILIDADE PSICOSSOCIAL DA PESSOA IDOSA FRENTE ÀS SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIAS E DESASTRES Diana Maria da Silva Sousa; Ubiracelma Carneiro da Cunha Faculdades Integradas da Vitória de Santo Antão – FAINTVISA;
dianasousapsi25@gmail.com – LINK: http://www.editorarealize.com.br/revistas/cneh/trabalhos/TRABALHO_EV054_MD4_SA2_ID2109_10102016130028.pdf



LEITURA ADICIONAL: Saraiva, E. R. A. e Coutinho, M. P. L. A difusão da violência contra idosos: um olhar psicossocial /
A DIFUSÃO DA VIOLÊNCIA CONTRA IDOSOS: UM OLHAR PSICOSSOCIAL DIFFUSION OF VIOLENCE AGAINST THE ELDERLY: A PSYCHOSOCIAL LOOK/Evelyn Rúbia de Albuquerque Saraiva e Maria da Penha de Lima Coutinho Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, Brasil
LINK: http://www.scielo.br/pdf/psoc/v24n1/13.pdf

Todos os anos, um grande número de pessoas,
entre crianças, mulheres e idosos, tanto na instituição
familiar quanto em outras instituições sociais, tem sido
vítima de abuso, violência, negligência, maus-tratos
e discriminação, tendo seus direitos e sua cidadania
cruelmente desrespeitados. Com grande frequência e
gravidade, a violência é evidenciada nos diferentes
espaços de convivência social, constituindo uma questão
que afeta os direitos humanos e que compromete a
qualidade de vida dos cidadãos vitimados, sob o ponto
de vista da saúde global e preventiva (Faleiros, 2004;
Gaioli & Rodrigues, 2008; Minayo, 2005; Oliveira,
Pires, & Manuel, 2009; Silva & Lacerda, 2007).
Nos países desenvolvidos, a sociedade contemporânea
tem sido caracterizada pela incorporação crescente
de novos direitos de cidadania, dentre os quais a
assistência à saúde e os cuidados com a preservação da
vida aparecem como principais conquistas. Os serviços
de saúde podem ser considerados como os principais
setores para a observação e o tratamento dos danos
decorrentes da violência, tanto familiar quanto institucional.
No entanto, apesar de a violência poder ser
caracterizada como um produto das políticas socioeconômicas,
a sua identificação e a sua prevenção ainda se
encontram distantes dos serviços de saúde, em boa parte
dos países desenvolvidos (Gaioli & Rodrigues, 2008).
Por essa razão, urge compreender de forma
aprofundada o fenômeno da violência, no que tange
à sua conceituação, às suas formas de expressão e às
suas implicações na vida dos cidadãos a ela submetidos.
Na atualidade, reconhece-se o caráter complexo,
polissêmico, subjetivo e controverso da violência,
caracterizando-a como um problema multifacetado e
multidimensional, assim como um fenômeno socialmente
construído (Minayo & Souza, 2005; Organização
Mundial da Saúde, 2002).
Segundo Santos (2001), a violência social contemporânea
caracteriza-se pela força, pela coerção e
pelo dano em relação ao outro, que são atos de excesso
presentes nas relações de poder (seja no nível macro,
do Estado, seja no nível micro, entre os grupos sociais).
Nas palavras do próprio autor, a violência é
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a relação social de excesso de poder que impede o reconhecimento
do outro – pessoa, classe, gênero ou raça –,
mediante o uso da força ou da coerção, provocando algum
tipo de dano, configurando o oposto das possibilidades
da sociedade democrática contemporânea. (pp. 107-108)
Tendo em vista o caráter polissêmico da sua
conceituação, a Organização Mundial de Saúde (OMS,
2002) define a violência como:
o uso intencional da força física ou do poder, real ou em
ameaça, contra si próprio, contra outra pessoa, ou contra
um grupo ou uma comunidade, que resulte ou tenha grande
probabilidade de resultar em lesão, morte, dano psicológico,
deficiência de desenvolvimento ou privação (p. 4).
Considerando, especialmente, a violência contra a
pessoa idosa, associa-se ao termo “violência” a expressão
“maus-tratos e negligência” na terminologia sugerida
pela organização inglesa Action on Elder Abuse (AEA)
e endossada pela Organização Mundial de Saúde. Nessa
direção, “violência” significa “uma ação única ou repetida,
ou ainda a ausência de uma ação devida, que causa
sofrimento ou angústia, e que ocorre em uma relação em
que haja expectativa de confiança” (AEA, 2007, p. 2).
De acordo com Siqueira, Botelho e Coelho
(2002), o fenômeno da violência contra a pessoa idosa
tem aumentado em todo o mundo, em virtude do
constatado aumento do envelhecimento da população
humana. Observado nitidamente nas últimas décadas,
esse processo de crescimento do envelhecimento demográfico
ou populacional é impulsionado pela queda
da taxa de natalidade e pelos avanços da biotecnologia,
em todo o mundo, incluindo o Brasil.
A Organização das Nações Unidas (ONU, 2002)
considera o período entre 1975 e 2025 como a Era do
Envelhecimento. Nos países em desenvolvimento, esse
envelhecimento populacional tem sido mais significativo e
acelerado: enquanto nas nações desenvolvidas, no período
de 1970 a 2000, o crescimento observado foi de 54%, nos
países em desenvolvimento esse crescimento atingiu 123%.
No caso do Brasil, no período de 1997 a 2007, a
população em geral apresentou um crescimento relativo da
ordem de 21,6%. No entanto, o crescimento da população
idosa foi da ordem de 47,8% na faixa etária de 60 anos e
da ordem de 65% entre os idosos com 80 anos ou mais
(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística [IBGE],
2008). A região Sudeste concentrou quase a metade (9,4
milhões) dos idosos com 60 anos ou mais do país, seguida
pela região Nordeste (5,1 milhões) e pela região Sul (3,2
milhões). As regiões Centro-Oeste e Norte reuniram grupos
relativamente menores nesta faixa etária: 1,2 milhão e
1 milhão de idosos, respectivamente (IBGE, 2002, 2008).
Segundo a Síntese de Indicadores Sociais do
IBGE (2008), foram considerados em situação de
pobreza mais de 2,5 milhões de idosos (12,2%) no
país, que vivem em domicílios cujo rendimento médio
mensal domiciliar per capita é de até ½ salário mínimo.
Nas áreas rurais, o percentual de idosos que moram em
domicílios, nessa faixa de rendimento, chega a 20,2%
do total de idosos desses locais, enquanto que, nas áreas
urbanas, esse percentual é de 11,1%. A região Nordeste
alcança a maior proporção de idosos em situação de
pobreza (24,2%), enquanto que a região Sul atinge a
menor proporção (6,5%) (IBGE, 2008).
O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento
Humano (PNUD, 2010) revelou que o Brasil
encontra-se entre os setenta países do mundo com alto
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Esse índice
é estabelecido por meio de três dimensões: (a) uma vida
longa e saudável, medida pela esperança de vida desde o
nascimento; (b) as metas relativas ao acesso à educação;
e (c) as condições de vida condignas. Assim, a longevidade
dos indivíduos revela-se como um importante
indicador de desenvolvimento humano de uma nação.
Ao mesmo tempo, o ritmo acelerado de crescimento
da taxa de participação dos idosos levanta importantes
debates quanto à capacidade da sociedade em se adaptar
a essa realidade em mutação (IBGE, 2008).
Na opinião de Siqueira, Botelho e Coelho (2002),
o processo de envelhecimento populacional repercutiu
e ainda continua repercutindo nas diferentes esferas da
estrutura social, econômica e política da sociedade, uma
vez que os idosos possuem necessidades específicas
para a obtenção de condições de vida adequadas. Diante
desta conjuntura, de acordo com Veras (2003), para além
do estudo do perfil demográfico sobre o envelhecimento
populacional, faz-se necessário investigar o processo de
envelhecimento a partir das mudanças culturais e sociais
resultantes dessa ampliação do contingente de pessoas
idosas. As repercussões das profundas transformações
sociais subjacentes ao envelhecimento ainda são pouco
contempladas nos estudos da área, significando, no atual
momento, o início de um processo em curso.
Além do crescimento da população idosa, existem
muitas outras dificuldades, que são enfrentadas pelos idosos
no decorrer da velhice, sendo que várias delas são decorrentes
da fragilidade e vulnerabilidade próprias do seu
estado fisiológico. Além das condições de vida, o estado
fisiológico dos idosos pode torná-los vítimas em potencial
da crescente violência e dos maus-tratos observados em
nossos dias. A violência e os maus-tratos comprometem
as conquistas alcançadas com a longevidade, com importantes
repercussões no bem-estar e na qualidade de vida
das pessoas idosas (Machado & Queiroz, 2006).
Por se tratar de um fenômeno socialmente construído,
a violência e os maus-tratos são representados
de forma diferente entre as sociedades e entre os grupos
de uma mesma sociedade. Essa afirmação conduz ao
entendimento de que a abordagem social desta temática
pode trazer importantes desdobramentos na produção do
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Saraiva, E. R. A. e Coutinho, M. P. L. A difusão da violência contra idosos: um olhar psicossocial
conhecimento e na intervenção em diversos segmentos
da sociedade, se for estudada dentro de uma perspectiva
psicossociológica, distanciando-se, portanto, das
abordagens puramente epidemiológicas e demográficas.
Por essa razão, o presente estudo baseia-se no
arcabouço teórico da Psicologia Social, sob o olhar
psicossocial conduzido pela Teoria das Representações
Sociais, de Moscovici (1978, 2009). Com base
em tal fundamentação teórica, o objetivo principal é
investigar as teorias do senso comum em que emergem
os elementos ideológicos veiculados e divulgados nos
textos jornalísticos sobre a matéria.
As representações sociais se referem a um fenômeno
típico da sociedade moderna (Moscovici,
2009). Significam o conjunto de conceitos, afirmações
e explicações que se originam no dia-a-dia, durante a
comunicação e a cooperação entre indivíduos e grupos.
Essa teoria interessa-se por saber como um novo
conhecimento científico
se espalha e é apropriado por
diferentes grupos sociais, pertencendo a uma tradição
que estuda a popularização de fenômenos sociais que
se tornaram um assunto de preocupação pública.
Por essa razão, ao se estudar a representação
social, focaliza-se como o ser humano procura compreender
o mundo e não como ele se comporta. Moscovici
(2009) adverte que a compreensão é uma faculdade
inerente ao ser humano. Se antes se acreditava que ela
era advinda do mundo externo, agora tudo leva a crer
que a comunicação social possui grande importância na
construção dessa compreensão do mundo.
De acordo com Moscovici (2009), as representações
sociais de um grupo constituem o resultado de um
processo de transformação daquilo que é não-familiar e
não conhecido em algo familiar e particular. Portanto, uma
função básica das representações sociais é a integração
da novidade, o que é conseguido através dos processos
interligados envolvendo a ancoragem e a objetivação.
A transformação do que não é familiar em algo familiar
não se processa de maneira automática na vida dos
indivíduos, mas conta com a participação da memória e das
conclusões pré-estabelecidas. O processo de ancoragem
transfere o desconhecido para o esquema de referência,
por meio da comparação e da interpretação; por sua vez,
o processo de objetivação reproduz o desconhecido, entre
o que é visível e tangível, trazendo-o, assim, sob controle.
Nesse sentido, a objetivação é um processo interligado
à ancoragem, que contribui para o surgimento de uma
representação social frente a um novo objeto, por meio da
materialização de uma entidade abstrata, que foi ancorada
pela classificação e pela nomeação (Moscovici, 2009).
Cabe destacar que as representações sociais não são
construídas num vácuo social. Na verdade, elas vão sendo
compartilhadas, socializadas e representadas no cotidiano
das pessoas. Isso ocorre através das práticas e falas que
elas escutam dos demais integrantes da comunidade, do
que leem, ouvem ou veem nos meios de comunicação
e das experiências vivenciadas no transcorrer da sua
história de vida e da sua convivência social. Segundo
Moscovici (2009), as representações sociais devem ser
vistas “como uma maneira específica de compreender e
comunicar o que já sabemos ... tem como objetivo abstrair
o sentido do mundo e introduzir nele ordem e percepções
que reproduzam o mundo de forma significativa” (p.46).
De acordo com alguns autores (Alexandre, 2001;
Silva & Camargo, 2004), a mídia possui um papel
fundamental para o conhecimento do senso comum,
pois, ao popularizar para o leigo os conhecimentos
produzidos pela ciência, age na produção e veiculação
das representações sociais. Moscovici (2009) busca
explicitar como os saberes, em nível social, permitem
à coletividade processar um dado conhecimento veiculado
pela mídia, transformando-o numa propriedade
impessoal, pública, que consente a cada indivíduo
manuseá-lo e utilizá-lo de forma coerente com os
valores e as motivações sociais da coletividade à qual
pertence. Na segunda parte do seu livro A psicanálise,
sua imagem e seu público, Moscovici (1978), com o
objetivo de estudar a interação de atores sociais através
da mídia, classifica e analisa os três sistemas distintos
de comunicação: propaganda, propagação e difusão.
Essas formas de comunicação estão entrelaçadas e
relacionadas a cada conduta edificada: a propaganda
correlaciona-se com os estereótipos, a propagação com
as atitudes e a difusão com as opiniões.
Considerando-se o sistema de difusão como um
produto do diálogo social e, portanto, como um ambiente
de circulação de opiniões, a mídia (especialmente
os jornais) tem-se constituído como um veículo das
representações sociais (Moscovici, 1978). Segundo
Ponte (2005), na medida em que constroem a história de
todo dia, numa linguagem coloquial, os jornais tornam
o texto acessível a todas as camadas letradas da sociedade,
funcionando como fonte de formação e difusão
de representações. Nesse sentido, numa sociedade em
constante movimento, as mudanças de representação
social são conduzidas com agilidade pelos meios de
comunicação de massa. Por intermédio dos meios de
comunicação, as representações hegemônicas da sociedade
imprimem uma pressão sobre os sujeitos sociais,
ao mesmo tempo em que variam de uma sociedade para
outra, pois “diferem de acordo com a sociedade em
que nascem e são moldadas” (Moscovici, 2001, p. 49).
Segundo Minayo e Souza (2005), quando se
olha mais profundamente para o problema social da
violência e maus-tratos contra os idosos, encontra-se
uma dimensão fundamentada no imaginário popular ou
no senso comum, uma vez que a sociedade reproduz a
ideia de que a pessoa vale o quanto produz e o quanto
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ganha. Nesse sentido, os mais velhos, fora do mercado
de trabalho e quase sempre ganhando uma pequena aposentadoria,
podem ser descartados, sendo considerados,
pela sociedade adulta e pelos próprios idosos, como
inúteis ou como pesos mortos. Frequentemente, diversas
expressões da violência e maus-tratos contra a pessoa
idosa são tratadas como uma forma de agir “normal” e
“naturalizada”, ficando ocultas nos usos, nas ideias, nas
crenças, nos costumes e nas relações entre as pessoas.
De acordo com Jardim, Medeiros e Brito (2006), no
imaginário social, o envelhecer está associado com o
fim de uma etapa, sendo um sinônimo de sofrimento,
solidão, doença e morte. Nesse imaginário, dificilmente
se vê algum prazer de viver essa fase da vida.
Com base nessas considerações, esta pesquisa
apresenta-se como um estudo a respeito do imaginário
popular sobre a velhice e a violência a ela associada.
Sob um olhar psicossociológico, objetiva apreender as
representações sociais da violência, dos maus-tratos e
da negligência contra os idosos, tal como são divulgadas
pela mídia impressa.
Método
Tipo de estudo e amostra
Trata-se de uma pesquisa documental, de caráter
descritivo, utilizando uma amostra de 28 artigos do
jornal a Folha de São Paulo, publicados de janeiro de
2001 a novembro de 2008, contendo todos os gêneros
textuais sobre “violência contra idosos”. A escolha do
referido jornal deveu-se ao fato de possuir uma linha
editorial dirigida à classe média, com a proposta de
um jornalismo mais politizado, intelectual e científico,
usando uma linguagem elaborada e supostamente
neutra. Embora produzido no estado de São Paulo, esse
jornal tem penetração em todo o país.
Coleta e análise de dados
A leitura e a seleção dos artigos pertinentes foram
realizadas pela internet, através do formato eletrônico
do jornal. Para fazer a coleta, utilizamos a expressão
violência contra idosos e cada artigo foi codificado em
relação ao ano e ao gênero textual. A variável ano de
publicação recebeu uma codificação entre 2001 e 2008,
e os gêneros textuais compreenderam opinião/editorial,
painel dos leitores, nota, reportagem e entrevista.
Os artigos selecionados e codificados foram processados
pelo ALCESTE (Analyse Lexicale par Contexte
d’un Ensemble de Segments de Texte), um software
de análise de dados textuais desenvolvido por Reinert
(1993), cujo objetivo é obter uma classificação estatística
de enunciados simples do corpus estudado, em função
da distribuição de palavras dentro do enunciado, a fim de
apreender as palavras que lhes são mais características.
Dessa maneira, o ALCESTE identifica classes de palavras
que representam as diferentes formas de discurso
a respeito do objeto de pesquisa (ALCESTE, 2007;
Camargo, 2005; Saraiva, Coutinho, & Miranda, 2011).
Por meio da análise padrão do software ALCESTE,
foram processadas 28 notícias veiculadas pelo jornal
Folha de São Paulo entre 2001 e 2008 e acessadas
por busca na internet.
Foram realizadas: (a) a descrição da frequência
e do percentual das palavras, seguida do cálculo do χ2
(medida da relação entre as palavras, dados os padrões
de co-ocorrência entre as classes); (b) a Classificação
Hierárquica Descendente (CHD) ou clusters das classes
de palavras encontradas, com base na proximidade de conteúdos
do total do corpus, em um gráfico com formato de
dendrograma; e (c) a Análise Fatorial de Correspondência
(AFC), que permite visualizar, sob a forma de um plano
fatorial, as oposições resultantes da CHD (Jesus, 2007).
Resultados
O corpus foi constituído de 28 unidades de contexto
iniciais (U.C.I), representando 28 notícias, totalizando
12.587 ocorrências, sendo 3.560 palavras diferentes,
tendo, em média, 4 ocorrências por palavra. Para a análise
que se seguiu, foram consideradas as palavras com
frequência igual ou superior à média e χ2 ≥3,84. Após a
redução do vocabulário às suas raízes, foram encontradas
414 palavras reduzidas e analisáveis e o corpus foi reduzido
a 934 unidades de contexto elementares (U.C.E).
A análise hierárquica descendente reteve 96%
do total das U.C.E do corpus, organizadas em quatro
classes. Conforme o dendrograma da Figura 1, houve
a primeira partição do corpus em dois subcorpus, um
deles resultando na Classe 4, denominada de “envelhecimento
populacional e mortes por causas violentas”.
Da segunda repartição, emergiu a temática “vivências
e submissões dos idosos”, composta pelas três classes
restantes, agrupadas, por sua vez, em dois blocos: um
com a Classe 3, designada “vivências domésticas e
institucionais dos idosos”, e outro com as Classes 1 e
2, bloco nomeado como “subordinação dos idosos às
normatizações, ao Estado e aos ditames da Ciência”.
A Classe 1, denominada “subordinação dos idosos
às ações governamentais”, envolveu 130 U.C.E, com 82
palavras, significando 14,43% do corpus. A Classe 2, categorizada
como “subordinação dos idosos às normas legais
e ditames científicos”, foi formada por 307 U.C.E, contendo
82 palavras e expressando 30,07%. A Classe 3, que trata
das “vivências domésticas e institucionais dos idosos”, com
212 U.C.E e 113 palavras, contabilizou 23,53%. Por fim,
a Classe 4, denominada “envelhecimento populacional e
mortes por causas violentas”, conteve 252 U.C.E. e 99
palavras, correspondentes a 27,97% das U.C.E.
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Saraiva, E. R. A. e Coutinho, M. P. L. A difusão da violência contra idosos: um olhar psicossocial
Figura 1: Dendrograma da Classificação Hierárquica Descendente
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Psicologia & Sociedade; 24 (1), 112-121, 2012
Observe-se que a distribuição das U.C.E. entre as
classes apresentou-se de maneira relativamente desequilibrada,
com predomínio das Classes 1 e 2, totalizando
44,5%, as quais, somadas à Classe 3, acumularam
68,03% das UCE analisadas. Por outro lado, a Classe
4 apareceu com 27,97% das UCE.
Buscando uma melhor compreensão do processo
de divisão do conteúdo textual e da constituição das
classes, o dendrograma da distribuição das classes permite
visualizar os sucessivos agrupamentos realizados a
partir da análise hierárquica descendente ou análise dos
clusters. Apesar de sua presença nas demais classes analíticas
apresentadas pelo Alceste, a temática discutida
neste trabalho encontra-se expressa e reunida na Classe
4. Em função disso, será apresentada, inicialmente, a
referida classe e, posteriormente, será realizada uma
análise transversal do tema no conjunto dos resultados.
De acordo com a Figura 1, a Classe 4, “envelhecimento
populacional e mortes por causas violentas”, foi
composta por palavras e radicais no intervalo entre χ2 =
49,30 (Aumenta, aumentam, aumentando, aumentaram,
aumentava, aumente, aumento, aumentou) e χ2 = 4,78
(constatação, constatada, constatado e constatou). As
variáveis-atributos que mais contribuíram com esta
classe foram os anos de 2006 e 2002, além de editoriais
e entrevistas.
Algumas UCE representativas, que justificam a
denominação da Classe 4, podem ser vistas a seguir:
população e indicadores sociais do IBGE / O total de
mortes violentas em 21 anos constatado pelo registro
de ocorrências / Hoje, a expectativa de vida no Brasil
é de / melhoria, apesar do impacto negativo das mortes
violentas, a expectativa de causas evitáveis / Para
o demógrafo, a expectativa de vida no Brasil ainda é
baixa por conta da violência / De 1980 a 2001 ocorreram
no país 1.913.186 mortes por causas violentas.
A constatação foi que as mortes por causas violentas
estão na raiz do problema.
Segundo a Figura 1, a Classe 3, “vivências domésticas
e institucionais dos idosos”, foi composta
por palavras e radicais no intervalo entre χ2 = 50,24
(casa) e χ2 = 13,06 (quadras; irmã e irmãos; pergunta,
perguntando perguntavam e perguntou; região; viúva
e viúvo). As variáveis-atributos que mais contribuíram
com esta classe foram as reportagens registradas nos
anos entre 2004 e 2006.
A seguir, estão listadas algumas UCE representativas,
que justificam a denominação da Classe 3, que
trata das vivências, domésticas e institucionais, de fatos
relativos à violência contra idosos:
O pai / bateram nele e na mulher e levaram a poupança
do mais velho / chorou, / Não aguentei, só ela está viva
/ asilo do bairro da zona sul, que foi assaltado por um
grupo / Apresentaram-se na casa dele como amigos
do filho mais velho / Foi espancado / martiriza-se
F., de cerca de 80 anos / A mulher, surda-muda, tem
problemas mentais.
Como pode ser observado na Figura 1, a Classe
2, “subordinação dos idosos às normas legais e aos
ditames científicos”, foi composta por palavras e radicais
no intervalo entre χ2 = 37,37 (média, médica,
médico, médicos, médio, medo) e χ2 = 9,50 (centro,
centros). As variáveis-atributos que mais contribuíram
para esta classe foram notas e reportagens, nos anos
de 2003 e 2007.
A seguir, são listadas algumas UCE representativas,
que justificam a denominação da Classe 2, que
trata das evidências empíricas da força da normatização
e da ciência na vida dos idosos:
um estudo realizado em 2000 pela organização norte
americana / Outra pesquisa, realizada entre alunas da
faculdade da terceira idade. O estudo revela que a população
idosa urbana / O Estatuto do Idoso e um PAC
da terceira (idade) define que / É o que aponta pesquisa
da fundação em conjunto com pessoas / alerta o chefe
da disciplina de geriatria da UNIFESP, as quedas são
responsáveis por 12% dos óbitos na terceira idade.
De acordo com a Figura 1, a Classe 1, “subordinação
dos idosos às ações governamentais”, foi composta
por palavras e radicais no intervalo entre χ2 = 53,12
(segurança) e χ2 = 11,94 (ônibus). As variáveis-atributos
que mais contribuíram para esta classe foram: participação
dos leitores e entrevistas publicadas em 2003.
As UCE ou pseudofrases que são mostradas a
seguir são representativas da Classe 1, que se refere às
ações do governo e das vivências familiares no contexto
da violência contra os idosos:
de ver o presidente / empenhado na questão da segurança
tanto quanto esteve empenhado no fome zero / Os
meios necessários para uma sobrevivência digna, que
ao menos o respeito lhes seja / os idosos deixaram de ir
ao teatro, outros passaram a andar armados / A polícia
federal gravou um vídeo em que transporte público é
deficiente e, de quebra, o estresse e a violência seguem
à espreita / Subordinada ao Ministério da Previdência
e da Assistência Social, a maioria dos idosos.
Ao realizar a Análise Fatorial de Correspondência
(AFC), o Alceste permitiu visualizar, sob a forma de um
plano fatorial, as oposições resultantes da Classificação
Hierárquica Descendente (CHD). Como mostra a Figura
2, isto foi realizado a partir das diferenciações dos gêneros
textuais no plano fatorial, evidenciando as suas
especificidades, uma vez que permite perceber a ação
das variáveis-atributos e das quatro classes examinadas.
O conteúdo das matérias jornalísticas se distribui em
quatro zonas ou conglomerados, de modo não-aleatório
e correspondente às formas específicas das classes.
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Saraiva, E. R. A. e Coutinho, M. P. L. A difusão da violência contra idosos: um olhar psicossocial
Figura 2: Análise Fatorial de Correspondência, com a representação das coordenadas (Eixos 1 e 2), com destaque para as
quatro classes, as variáveis-atributos (em grafia em itálico) e as palavras com maiores cargas fatoriais.
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Psicologia & Sociedade; 24 (1), 112-121, 2012
A análise da Figura 2 foi feita a partir da leitura
das palavras com maiores cargas fatoriais, dispostas nos
campos semânticos e distribuídas de maneira oposta
nos dois eixos ou fatores (Eixo 1 e Eixo 2). Juntos, os
dois eixos explicam 64% da variância total das UCE.
Na linha horizontal, o primeiro eixo revela as maiores
cargas fatoriais identificadas no Alceste, explicando
42% da variância total das UCE.
No primeiro eixo, no lado negativo ou à esquerda da
Figura 2, destacam-se as palavras aglutinadas na Classe 4
(envelhecimento populacional e mortes por causas violentas),
apreendidas nos editoriais e entrevistas publicadas
em 2006 e 2002. Por oposição, no mesmo eixo, no lado
positivo, à direita, posicionam-se as palavras com maiores
cargas fatoriais agrupadas na Classe 2 (subordinação dos
idosos às normas legais e aos ditames científicos), que
emergiram das notas e reportagens do jornal Folha de São
Paulo, publicadas nos anos 2003 e 2007.
Com relação ao segundo eixo (Eixo 2), na linha
vertical da Figura 2, destacam-se dois agrupamentos de
palavras, que explicam 32% da variância total das UCE.
No Eixo 2, emergiram dois campos semânticos: um, no
plano superior, com as contribuições das reportagens
publicadas entre 2004 e 2006, da Classe 3 (vivências
domésticas e institucionais dos idosos); e, por contraste,
no plano inferior, posicionam-se as palavras oriundas
da seção painel do leitor e da entrevista, que foram
editadas no ano de 2003 e categorizadas na Classe 1
(subordinação dos idosos às ações governamentais).
Nos resultados da AFC sobressaem os espaçamentos
ou distâncias euclidianas entre as quatro classes,
dispostas no plano fatorial. Assim, a Classe 4, que trata
do processo de envelhecimento, aparece aglomerada
de forma mais distante das demais classes. Quanto
às Classes 1 e 2, embora dispostas em eixos fatoriais
diferentes, guardam uma grande proximidade espacial,
justificando o conteúdo das “subordinações a que são
submetidos os idosos”, entre as normas legais, relatórios
de grupos de pesquisas e programas governamentais.
Discussão
Tomando-se como referência o dendograma das
quatro classes (Figura 1) e o plano fatorial de correspondência
(Figura 2), chama atenção o modo de
difusão das representações sociais sobre a violência,
os maus-tratos e a negligência contra os idosos, que
foram veiculadas pela mídia (exemplificada pelo jornal
Folha de São Paulo). De maneira geral, essa difusão
se deu através de dois polos, um deles referente aos
dados demográficos e epidemiológicos encontrados
em editoriais e entrevistas. O outro polo diz respeito
às vivências familiares e institucionais dos idosos,
somadas à influência da ciência (médicos, geriatras,
coordenadores de pesquisa), dos órgãos governamentais
(presidente, IBGE, Ministério da Previdência Social) e
do dispositivo legal (Estatuto do Idoso).
Quanto ao primeiro polo, identificado na Classe 4
da CHD, localizada na extremidade esquerda do dendograma,
observa-se que a difusão das RS foi ancorada em
um posicionamento atitudinal da mídia, que abordou os
fenômenos da violência e do envelhecimento como decorrentes
do aumento populacional e do crescimento da
violência social. Isso significa uma decisão da mídia em
dar cobertura ampla e imparcial, com falas reportadas,
em detrimento de uma proposta de mudança comportamental
do seu público-alvo. Os dados numéricos das
palavras com cargas fatoriais indicadas na CHD e na
AFC (aumento, IBGE, total, mínimo, milhões) confirmam
esse argumento. Nesse caso, os verbos “causar”
e “aumentar”, com altas cargas fatoriais presentes na
AFC, parecem indicar uma relação de causa e efeito: em
um lado, estão o aumento populacional e o crescimento
da violência social; e no outro lado, situa-se a própria
violência contra os idosos. Esse posicionamento confirma
os estudos sobre a expectativa de vida (PNUD,
2010), sobre o envelhecimento demográfico (IBGE,
2008; Organização das Nações Unidas, 2002; Siqueira,
Botelho, & Coelho, 2002) e sobre a importância de se
investigar a violência entrelaçada com o envelhecimento
(Florêncio, Ferreira Filha, & Sá, 2007).
No segundo polo de difusão das representações
sociais sobre a violência contra os idosos, aparecem
diluídos os aspectos vivenciais no âmbito doméstico e
no âmbito das instituições de longa permanência para
os idosos. Esses aspectos vivenciais estão registrados
na Classe 3 da CHD, com uma frequência de 23,53%
para as palavras presentes em reportagens, onde os
idosos têm a sua vida destacada, contra 44,5% dos
conteúdos de forma reduzida, ilustrados nas Classes 1
e 2. Nessas duas classes, o jornal trata substancialmente
dos discursos das autoridades socialmente constituídas,
desde os representantes da ciência até os dirigentes de
órgãos públicos, além de fazer menção ao documento
destinado a regular os direitos assegurados às pessoas
com idade igual ou superior a 60 anos, o Estatuto do
Idoso (Lei n. 10.741, 2003). É interessante perceber
que as U.C.E. que emergiram do corpus estudado e que
compõem as Classes 1 e 2 foram aglutinadas a partir
de notícias veiculadas no ano de 2003, época em que
estava em andamento a redação final do Estatuto do
Idoso, publicado em outubro do referido ano.
As objetivações utilizadas nos discursos da mídia estudada,
principalmente aglutinadas na Classe 4 (aumentar,
total, mínimo, milhões, expectativa, vida, política, causas,
mortes), confirmam o entendimento e o posicionamento
dos organismos que propõem políticas públicas voltadas
para a saúde. Tanto ao nível nacional quanto ao nível inter120
Saraiva, E. R. A. e Coutinho, M. P. L. A difusão da violência contra idosos: um olhar psicossocial
nacional, tais políticas públicas se referem, principalmente,
às causas externas ou às mortes violentas, atreladas ao
estudo sobre a violência (Ministério da Saúde, 2001; OMS,
2002, 2008; Portaria MS/GM n. 737, 2001).
A voz do idoso, o principal protagonista da norma
protetora dos seus direitos, fica pouco evidente, levando
a inferir a sua exclusão do foco da atenção da mídia
impressa. Essa evidência corrobora o pensamento de
Minayo e Souza (2005), no sentido de que o estudo
da violência contra a pessoa idosa está fundamentado
nos pontos de vista demográfico, epidemiológico e
socioantropológico. No presente estudo, os recortes do
jornal estudado situaram-se majoritariamente nos dois
primeiros pontos de vista.
Em complemento a essa realidade, o poder da
mídia valoriza a força das instâncias governamentais
e científicas e torna visível a fraqueza da palavra dos
próprios idosos. Esse argumento se confirma pelo uso,
nas objetivações, de verbos como “lamentar, dizer e
recomendar”, com cargas fatoriais identificadas nas
U.C.E. representativas da Classe 2. Esta classe se refere
às falas reportadas atribuídas aos médicos geriatras e
aos pesquisadores da comunidade científica, convidados
pelo jornal para fundamentar a sua reportagem. De
acordo com Gavazzi e Rodrigues (2003), a escolha de
tais verbos avaliativos ancora os discursos do jornal
na solidariedade (lamentar) e na valorização positiva
(recomendar) dos informantes presentes no texto, como
também no apelo à imparcialidade (dizer). Por outro
lado, as cargas fatoriais presentes nos verbos “levar e
morrer”, identificados nas U.C.E. representativas da
Classe 3, ancoram o posicionamento da mídia impressa
na fragilidade e na vulnerabilidade dos idosos, confirmando
os estudos de Machado e Queiroz (2006).
Portanto, pode-se concluir que o objetivo principal
do presente estudo foi confirmado, na medida
em que demonstrou que as representações sociais da
violência contra o idoso podem ser apreendidas a partir
dos gêneros textuais veiculados pela mídia investigada.
Além disso, os resultados mostraram que na veiculação
das representações sociais da violência contra o idoso
transparece a deliberação de publicar notícias que privilegiam
uma visão demográfica e epidemiológica do
envelhecimento e da violência, aliada à valorização das
personalidades científicas e políticas.
Esse conhecimento do senso comum difundido
pelo jornal Folha de São Paulo desvela, de forma incompleta
e inacabada, o fenômeno da violência e dos
maus-tratos contra a pessoa idosa. Essa incompletude
traz o risco da estereotipia, uma vez que não torna evidente,
para o seu público, a importância de relacionar
os indicadores numéricos e as falas das autoridades
com a necessidade de reconfiguração, tanto do ciclo de
vida dos idosos quanto dos seus novos papéis sociais.
Dessa forma, os achados deste estudo parecem
confirmar o perfil do jornal escolhido, o qual, embora
supostamente neutro, opta por um jornalismo intelectual,
científico e com linguagem elaborada. Dessa
maneira, o jornal Folha de São Paulo encontra-se
inserido num sistema de difusão das representações
hegemônicas da sociedade, que imprimem uma pressão
sobre os sujeitos sociais.
Nessa constatação reside uma das limitações do
presente estudo, na medida em que carece de uma complementação,
em resposta a algumas questões ainda em
aberto. Uma dessas questões se resume em saber como
os indivíduos elaboram as explicações sobre as questões
sociais. De maneira intrinsecamente relacionada, torna-se
importante determinar, também, como essas elaborações
dos indivíduos se relacionam com a difusão, pelos veículos
de comunicação, das mensagens dos indivíduos a respeito
dos seus comportamentos e da organização social.
Por fim, convém salientar, ainda, que outra limitação
deste estudo foi a utilização de uma expressão
restritiva para apreender as teorias do senso comum
divulgadas pela mídia selecionada (“violência contra
idosos”). Entende-se ser necessária a ampliação da
busca de notícias por meio do uso de expressões tais
como “maus-tratos contra idosos” e “negligência contra
idosos”. Pressupõe-se que tal medida poderá propiciar
o registro de uma maior quantidade de documentos
e, consequentemente, uma mais ampla apreensão das
representações sociais da mídia impressa pesquisada.
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de Saúde Pública, 19(3), 705-715.
Recebido em: 22/05/2009
Revisão em: 30/10/2010
Aceite em: 02/01/2012
Evelyn Rúbia de Albuquerque Saraiva é Doutora em
Psicologia Social pela Universidade Federal da Paraíba e
docente do Departamento de Psicologia da Universidade
Federal da Paraíba. Endereço: Universidade Federal da
Paraíba, Campus I. Departamento de Psicologia/CCHLA.
Cidade Universitária. João Pessoa/PB, Brasil. CEP 58051-
900. Email: evelynsaraiva@hotmail.com
Maria da Penha de Lima Coutinho é Doutora em Psicologia
pela Universidade de São Paulo, docente do Departamento
de Psicologia da Universidade Federal da Paraíba.
Email: mplcoutinho@gmail.com
Como citar:
Saraiva, E. R. A. & Coutinho, M. P. L. (2012). A difusão da
violência contra idosos: um olhar psicossocial. Psicologia
& Sociedade, 24(1), 112-121.


THE END

Sunday, May 13, 2018

#Octagenarian Mother's Day Maria José Correia Borges Need for Family Conquest and Overcoming Conflicts and New Look for Perspectives of Entrepreneurship /


Octagenarian Mother's Day 
Maria José Correia Borges
Need for Family Conquest and Overcoming Conflicts
and New Look for Perspectives of Entrepreneurship
 The loss of a Judicial Compensation of R$10 thousand,
  in the Bankruptcy Court of the Court of Justice of Ceará (CJEC) provoked the isolation of relatives, friends and relatives
(different past when easily found resources were surrounded by all people)



by Dr. Gilberto Borges Fo.’.
[ENGLISH VERSION]





There in the Northeast, there in Ceará, there in Ceará, in Fortaleza, in the São Gerardo Quarter lies a couple of octogenarians, Mr. Gilberto Martins Borges and Mrs. Maria José Correia Borges, who live a great dilemma after the unfair loss of a Compensation  of about 10 thousand reais in the Judicial in the Bankruptcy Court of the Forum of Fortaleza with a judicial proceeding that has been going on in Ceará State for more than two decades.
Such loss brought important losses as usual payments such as condominium, water, electricity and so on.

In addition to the loss of a Compensation that affected too much of the payments of the monthly expenses, there are other issues to be addressed below:
Failing to spend Mother's Day in a bed, the octogenarian is lying on a bed, as she finds herself with Depression, worsened by the loss of Compensation, will become even more depressed, her birthday a few days ago (May 8, 2018) was bedridden with little presence in their place of residence. Let's face it, it spends its time lying down - and now even more with the loss of Compensation.


Even with all the efforts and goodwill of her husband, who in the face of all difficulties maintains a physical and intellectual force to break the barriers that unfairly preached to her, especially unfair matters with the judiciary, besides taking care of the home and giving care necessary for his wife.

Close relatives can not ignore such a lack of humanity. Brazilian civil legislation protects the elderly in these cases, stating that if the next of kin does not provide assistance of all kinds, they can be criminally and civilly liable. They are laws that are contained in the Statute of the Elderly and the Law of the Civil Code of 2002. It suffices to have a report of ill-treatment or abandonment and the Public Prosecutor's Office can take the appropriate measures.

In addition to all the repercussions of Compensation's loss, it is retaliated and splashed by a family diaspora with many fights, intrigues among its larger family (real quarrels, finally conflicts between relatives that have been perpetuated for months and insist on fighting for guilty or reasons for themselves, but which falls all over her as if she were guilty, and curious forgetting a not too remote pass when always generous helped, in what can the husband, children, relatives, friends for his great generosity, always helpful and doing everything for other people, and not caring about herself.


Will these quarrels, intrigues, family disunity, not be undermining the recovery of this familiar circumstance, and bringing individual losses to each of the participants in the larger family? Has this family fragmentation greatly aggravated the already impaired situation with loss the prolabore for Mrs. Maria José's depression? Could the family members no longer think of a way to be more united and united, not only for Mrs. Maria José, but for all?

Reviewing excerpts from the text by Erika Strassburger entitled "How to deal with family quarrels" Brothers who stop being talk, children who bear grudges from their parents, constant disagreements in family gatherings - how to deal with conflicts that generate so much discomfort at all relatives?

    • Family quarrels can arise for a variety of reasons: jealousy, money, neglect, family business, clash of personalities, sibling rivalry, etc. These conflicts may extend over many years and will not be solved until someone has taken the first step.
    • In the article Family in Contemporary and Family Mediation, “Mediação Brasil”, we read: "Many conflicts of a family nature are the result of disappointments and frustrations that arise from the realization that the expectations created around the relationship can not be satisfied "In many cases, commitments made earlier give rise to endless discussions, and family conflicts are often the fruit of misunderstandings, and people can not hear other points of view and argue the same thing in different ways." There is also the apparent conflict, the one whose cause is not the one that motivated the fight. Such reasons are known as "the drop of water."

On the other hand, if this larger family could follow the recommendations of the article written by SBie Writing entitled: "Family fight: how to restructure the family relationship?" Published on: 04/6/2018 "there would be no greater chance of solving these conflicts with dialogue, as it is advocated, because "Dialogue is extremely important to resolve any type of conflict."
And following the simple recommendations of this article:

How to improve family relationships after a family fight
Learn to listen

Dialogue is extremely important in resolving any type of conflict. However, one must be able to listen and often avoid absorbing what the other person is talking about. There is no point in arguing and disrespecting each other if you can not stop, listen, and try to understand a point of view contrary to yours.

Have empathy

It is necessary to understand that the human being hits and misses, causes pride and disappointment, and that this is normal. Do not demand that the other be perfect. Accepting the way each one demonstrates his love is fundamental to a healthy family relationship, as well as understanding that others have different opinions as well.

Try to understand the point of view of your family and why you think so.


Practice forgiveness

Keeping grievances about your family members will only prolong a situation that could have been resolved much faster. Release your sorrows, open your heart and talk about how you are feeling about the fight.

Forgiveness is the bridge between the past and the future; you can not erase what has already happened, but you can change the way you will lead the rest of your life.

Assume when you are wrong

Knowing how to recognize your own mistakes is key to resolving a misunderstanding. It is necessary to take your share of the fault in what generated the problem, but also to return the rest of the blame to the other person.

Develop Your Emotional Intelligence

If you want to improve your family relationship and restructure your family away from fights and disagreements, come to the Lotus Method: an immersion training where you will reflect on your behaviors and how you can change them to generate spontaneous changes in all walks of life


On the other hand, these strategies emphasize the importance of forgiveness, but before forgiving others, forgiving is a very important thing and there are some considerations about this kind of forgiveness that according to
Ana Macarini has the following peculiarities:



Maybe it's time to reconcile with yourself, face the difficult realization that you're wrong too, and despite being a great person almost 100 percent of the time, you're fallible. And it may even be that there are a few things in your past, recent or distant, which you can not be proud of.


Forgiving is so difficult, but so difficult, that it always appears related to liberating ideas in the emotional realm. Forgiveness requires that feelings of guilt, envy, hurt, anger, and all sorts of resentments come to the interior of the bones that are drying us up inside and immobilizing us from the outside.
And if you forgive each other is already an immense challenge, forgiving yourself is a real journey into our inner darkness. Forgiveness requires a solitary journey to pain experiences, sometimes self-inflicted, sometimes imposed on the other. Forgiveness is a transformative process that requires the courage to face unimportant aspects of ourselves.

The lack of self-forgiveness, however, may be responsible for deformations in our perception of what we deserve as reward or punishment. Not being able to forgive yourself can give rise to extremely painful and limiting physical and psychical illnesses.

For the most part, none of us can afford to go through this excommunication of internal ghosts alone. Perhaps there is a need to seek professional help to find the root of the issues that hang our affective cogs.
The help of a Psychologist is an extremely valuable resource in this visit of recognition to feelings and circumstances that made us act in disagreement with our ethical values ​​or just put us in situations where we should have made more balanced or fair choices.

The process that involves the attainment of this pardon presupposes openings of consciousness and the attainment of new patterns of thought, from which we become able to get out of the paralysis to see only the problem and evolve to the next stage where we reach the necessary skills to glimpse solutions and opportunities for maturity.

This liberation, although it depends on a few hands to hold ours during the course, is ultimately an intransferable responsibility of ours. Only ours! So stop hurting yourself with obscure thoughts of guilt. Believe that even what seems unforgivable will one day be dissolved in the sands of time and transformed into something less destructive.

Forgive yourself! Give yourself a new chance. Embrace this person so shrunken that he lives dwelling hidden inside his chest. Get rid of that old burden that keeps you from accepting new experiences in your life. And enjoy the lightness of a forgiven soul to try to reconcile with those whom you believe to have hurt. If the other will forgive you ?! Well ... this is not up to you. This is a subject for another chapter of your life.
Cover Image: Mamontova Yulia, Shutterstock
Source: https://www.asomadetodosafetos.com/2017/07/perdoe-se.html

The other way is forgiveness for others and you can follow the Verses on Bible Forgiveness:

Forgiveness is one of the most liberating things anyone can do. Forgiveness is like a stone tied to someone's leg, dragging it to the bottom of the sea.
If God has forgiven our sins and if we want to be like God, what motives can we have for not forgiving someone?

If we forgive, we will receive forgiveness; this is a truth that should motivate us. If we truly understand what Jesus did on the cross, forgiveness must flow in our hearts.

More Articles »
SOURCE: https://www.bibliaon.com/perdao/


Finally, if this family can do this reflection, and be more proactive about solving conflicts, and realize that the Family Union is above many issues, challenging solutions like the Recovery of Compensation will be achieved more easily, and may be will bring even the improvement of Mrs. Maria Jose who deserves a Mother's Day along with dear people and full of joyfulness On this Mother's Day on May 13, 2018.


Happy Mother's Day to Maria José Correia Borges are votes of Gilberto Martins Borges Filho, his son doctor, on behalf of everyone's family. And may God bless all the family entrepreneurships.

SOURCE / LINK: http://www.opovo.com.br/app/opovo/tendencias/2012/08/17/noticiasjornaltendencias,2901289/criatividade-cearense.shtml

Friday, August 17, 2012
"Creativity from Ceará (Brazil)"

Two Cearenses stand out among the entries of the HotSpot Movement, a prize that will select projects in 11 different categories to expose the creative potential of Brazilian youth





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VEHICLE INSPECTION
Fortaleza – Ceará - Brazil

A Warrant of Fitness certificate that will be issued to vehicles in Ceará State (Notheast of Brazil). Vehicle inspection is a procedure mandated by national or subnational governments in many countries, in which a vehicle is inspected to ensure that it conforms to regulations governing safety, emissions, or both. Inspection can be required at various times, e.g., periodically or on the transfer of title to a vehicle. If required periodically, it is often termed periodic motor vehicle inspection; typical intervals are every two years and every year. When a vehicle passes inspection, often a sticker (inspection decal or inspection sticker) is placed on the vehicle's windshield or registration plate to simplify later controls, but in some countries such a Netherlands since 1994 is not necessary anymore. Inspection stations are places to drive inside to see if a vehicle passes inspection once a vehicle is due for inspection. Most US inspection decals/stickers display the month's number and the year.
In some jurisdictions, proof of inspection is required before a vehicle license or license plate can be issued or renewed. In others, once a vehicle passes inspection, an inspection decal is attached to the windshield or registration plate, and police can enforce the inspection law by seeing whether the vehicle displays an up-to-date decal.
There is some controversy over whether periodically inspecting motor vehicles is a cost-effective way to improve road traffic safety



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Dia das Mães de Uma Octagenária Maria José Correia Borges   
Necessidade de Superação Familiar 
e Novo Olhar para Perspectivas de Empreendedorismo
 A perda de um  Prolabore Judicial de 10 mil na Vara de Falência do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) acirrou o isolamento de familiares, amigos e parentes 
(diferente quando tinham recursos eram rodeados por todos)


Dr. Gilberto Borges Fo.’. 
[´PORTUGUESE VERSION]

Lá no Nordeste, lá no Ceará, lá no Ceará, lá em Fortaleza, lá no Bairro São Gerardo reside um casal de octogenários Sr. Gilberto Martins Borges e Sra Maria José Correia Borges, que  vivem um grande dilema após perda injusta de um Prolabore de cerca de uns 10 mil reais na Judicial na Vara de Falências do Fórum de Fortaleza com um processo que se arrasta na Justiça Cearense por mais de duas décadas.  
Tal perda trouxe prejuízos importantes como pagamentos costumeiros como condomínio, água, luz etc.
Além da perda de um Prolabore que afetou demais aos pagamentos da despesa mensal, tem outras questões a serem abordadas abaixo relatadas:
Fadada a passar o Dia das Mães numa cama a octogenária encontra-se recolhida num leito, pois se encontra com Depressão, piorada com a perda do prolabore,  ficará mais depressiva ainda, seu aniversário poucos dias atrás (8 de maio de 2018) ficou acamada com poucas presenças no seu local de moradia. Haja vista que de praxe passa seu tempo mais deitada – e agora mais ainda com a perda do Prolabore. 

Mesmo com todos os esforços e boa vontade de seu esposo, que diante de todas as dificuldades mantém um vigor físico e intelectual para romper as barreiras que injustamente a vida lhe pregou, sobretudo questões injustas com o judiciário, além de cuidar de casa e dar cuidados necessários para sua esposa. 

Os parentes próximos não podem ignorar tamanha falta de humanidade. A legislação civil brasileiro protege, nesses casos, o idoso, informando que se os familiares mais próximos não prestarem assistência de todo tipo, podem ser responsabilizados civil e criminalmente. São leis que constam no Estatuto do idoso e da Lei do Código Civil de 2002. Basta haver uma denúncia de maus tratos ou abandono e o Ministério Público poderá tomar as providências cabíveis.

Além de toda repercussão da Perda do Prolabore, a mesma é retaliada e respingada por uma Diáspora Familiar com muitas brigas, intrigas entre seus entes da família maior (verdadeira querelas, enfim conflitos entre familiares que se perpetuam há meses e insistem em se digladiar por culpas ou razões deles mesmos, mas que cai tudo em cima da mesma como se tivesse culpa e, curioso esquecendo de um passasdo não muito remoto quando sempre generosa ajudou, no que pode ao marido, filhos, parentes, amigos por sua grande generosidade, sempre prestativa e fazerndo tudo para outras pessoas, e sem se importar consigo. 

Será que estas brigas, intrigas, desunião familiar,  não estariam prejudando a recuperação desta circunstância familiar, e trazendo prejuizos individuais para cada um dos participantes da família maior? Será que esta fragmentação familiar acirrou bastante a situação já prejudicada com perda o prolabore para depressão da Sra Maria José? Será que os familiares não poderiam pensar mais em uma forma de estarem mais solidários e unidos não somente em prol da Sra Maria José, mas em prol de todos ?

Revendo trechos do texto de Erika Strassburger intitulado “Como lidar com brigas de família” Irmãos que param de ser falar, filhos que guardam rancor de seus progenitores, desentendimentos constantes nas reuniões em família – como lidar com os conflitos que geram tanto desconforto a todos os familiares?

    • As brigas de família podem surgir por diversos motivos: ciúmes, dinheiro, descaso, negócios familiares, choque de personalidades, rivalidade entre irmãos, etc. Esses conflitos poderão se estender por muitos anos e não serão solucionados enquanto alguém não der o primeiro passo.
    • No artigo A Família na Contemporaneidade e a Mediação Familiar, do site Mediação Brasil, lemos: "Muitos conflitos de natureza familiar são frutos de decepções e frustrações que surgem a partir da constatação de que as expectativas criadas em torno da relação não poderão ser satisfeitas. Em muitos casos, os compromissos firmados anteriormente dão lugar a intermináveis discussões. É comum os conflitos familiares também serem frutos de mal-entendidos. As pessoas não conseguem ouvir outros pontos de vista e argumentam aparentemente a mesma coisa, de modo diferente." Há também o conflito aparente, aquele cuja causa não é aquela que motivou a briga. Tais razões são conhecidas como “a gota d’água”.
Por outro lado, será que se esta família maior pudesse seguir as recomendações do artigo escrito por Redação SBie intitulado: “ Briga de família: como reestruturar o relacionamento familiar?” publicado em: 06/04/2018 “ não haveria uma maior chance de resolver-se estes conflitos com diálogo, como é preconizado, pois “ O diálogo é extremamente importante para resolver qualquer tipo de conflito.”
E seguindo as recomendações deste artigo: 

Como melhorar o relacionamento familiar após uma briga de família
Saiba escutar
O diálogo é extremamente importante para resolver qualquer tipo de conflito. Porém, é preciso saber escutar e, muitas vezes, evitar absorver o que o outro fala. De nada adianta ficar discutindo e faltando com respeito para com o outro se você não consegue parar, escutar e tentar entender um ponto de vista contrário ao seu.
Tenha empatia
É preciso entender que o ser humano acerta e erra, causa orgulhos e decepções, e que isso é normal. Não exija que o outro seja perfeito. Aceitar a forma que cada um demonstra seu amor é fundamental para um relacionamento familiar saudável, assim como entender que os outros possuem opiniões diferentes também.
Procure entender o ponto de vista de seus familiares e o porquê de pensarem assim.
Pratique o perdão
Guardar mágoas em relação à seus familiares só irá prolongar uma situação que poderia ter sido resolvida de maneira muito mais rápida. Libere suas tristezas, abra seu coração e fale a respeito de como você está se sentindo em relação à briga.
O perdão é a ponte entre o passado e o futuro; não se pode apagar o que já aconteceu, mas pode-se mudar a forma como você levará o resto da vida.
Assuma quando está errado
Saber reconhecer seus próprios erros é fundamental para a resolução de um desentendimento. É necessário assumir sua parcela de culpa no que gerou o problema, mas, também, devolver o restante da culpa para a outra pessoa.
Desenvolva sua Inteligência Emocional
Se você quer melhorar seu relacionamento familiar e reestruturar sua família longe das brigas e desentendimentos, venha para o Método Lotus: um treinamento de imersão onde você refletirá sobre seus comportamentos e como você pode mudá-los para gerar mudanças espontâneas em todos os âmbitos da vida


Por outro lado, destas estratégias ressalta-se  a importância do perdão, mas antes de perdoar aos outros perdoar-se é algo importantíssimo e segue algumas considerações sobre este tipo de perdão que segundo 
Ana Macarini tem as seguintes peculiaridades abaixo:


Talvez esteja na hora de se reconciliar consigo mesmo, encarar a difícil constatação de que você também erra e, apesar de ser uma excelente pessoa em quase cem por cento do tempo, é alguém falível. E pode ser, inclusive, que haja algumas coisinhas no seu passado, recente ou distante, das quais não seja possível orgulhar-se.

Perdoar é tão difícil, mas tão difícil, que sempre aparece relacionado a ideias libertadoras no âmbito emocional. Perdoar requer que se chegue ao interior dos ossos de sentimentos como culpa, inveja, mágoa, ira e toda sorte de ressentimentos que vão nos ressecando por dentro e nos imobilizando por fora.
E se perdoar o outro já é um imenso desafio, perdoar a si mesmo é uma verdadeira jornada para dentro da nossa escuridão interna. Perdoar-se requer uma viagem solitária rumo a experiências de dor, às vezes auto infringidas, às vezes impostas ao outro. Perdoar-se é um processo transformador que requer coragem de encarar de frente aspectos pouco honrosos de nós mesmos.
A falta do auto perdão, no entanto, pode ser responsável por deformações em nossa percepção acerca daquilo que merecemos como recompensa ou castigo. Não ser capaz de perdoar-se pode dar origem a doenças físicas e psíquicas extremamente sofridas e limitantes.
Na maior parte das vezes, nenhum de nós tem condições de passar por essa excomunhão de fantasmas internos, sozinhos. Talvez haja necessidade de se buscar ajuda profissional para encontrar a raiz das questões que andam emperrando nossas engrenagens afetivas.
A ajuda de um Psicólogo é um recurso extremamente valioso nessa visita de reconhecimento a sentimentos e circunstâncias que nos fizeram agir em desacordo com nossos valores éticos, ou apenas nos colocaram em situações diante das quais deveríamos ter feito escolhas mais equilibradas ou justas.
O processo que envolve a conquista desse perdão pressupõe aberturas de consciência e o alcance de novos padrões de pensamento, a partir dos quais nos tornamos capazes de sair da paralisia de enxergar apenas o problema e evoluir para o próximo estágio, em que alcançamos as habilidades necessárias para vislumbrar soluções e oportunidades de amadurecimento.
Essa libertação, ainda que dependa de algumas mãos para segurar a nossa durante o percurso, no fim das contas é uma responsabilidade intransferivelmente nossa. Só nossa! Sendo assim, pare de se machucar com pensamentos obscuros de culpa. Acredite que mesmo o que nos parece imperdoável, um dia acabará sendo dissolvido nas areias do tempo e transformado em algo menos destrutivo.
Perdoe-se! Ofereça a si mesmo uma nova chance. Abrace essa pessoa tão encolhida que anda morando escondida dentro do seu peito. Livre-se desse fardo antigo que o impede de acolher em sua vida novas experiências. E aproveite a leveza de uma alma perdoada para tentar reconciliar-se com aqueles a quem você acredita ter ferido. Se o outro vai perdoá-lo?! Bem… isso não depende de você. Isso é assunto para outro capítulo da sua vida.
Imagem de capa: Mamontova Yulia, Shutterstock
Fonte: https://www.asomadetodosafetos.com/2017/07/perdoe-se.html

A outra forma é  é o perdão aos outros e pode-se seguir os Versículos sobre o Perdão da Bíblia:

O perdão é uma das coisas mais libertadoras que alguém pode fazer. A falta de perdão é como uma pedra amarrada na perna de alguém, que a arrasta para o fundo do mar.
Se Deus perdoou os nossos pecados e se nós queremos ser parecidos com Deus, que motivos podemos ter para não perdoar alguém?
Se nós perdoarmos, receberemos perdão; essa é uma verdade que nos deve motivar. Se realmente compreendemos o que Jesus fez na cruz, o perdão deve fluir no nosso coração.
Perdão na Bíblia
Tu és bondoso e perdoador, Senhor,
rico em graça
para com todos os que te invocam. 
Salmos 86:5
Então Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: "Senhor, quantas vezes deverei perdoar a meu irmão quando ele pecar contra mim? Até sete vezes?" Jesus respondeu: "Eu digo a você: Não até sete, mas até setenta vezes sete. 
Mateus 18:21-22
E, quando estiverem orando, se tiverem alguma coisa contra alguém, perdoem-no, para que também o Pai celestial perdoe os seus pecados. Mas, se vocês não perdoarem, também o seu Pai que está nos céus não perdoará os seus pecados". 
Marcos 11:25-26
Tomem cuidado.
"Se o seu irmão pecar, repreenda-o e, se ele se arrepender, perdoe-lhe. Se pecar contra você sete vezes no dia, e sete vezes voltar a você e disser: 'Estou arrependido', perdoe-lhe". 
Lucas 17:3-4
Suportem-se uns aos outros e perdoem as queixas que tiverem uns contra os outros. Perdoem como o Senhor lhes perdoou. 
Colossenses 3:13

Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça. 
1 João 1:9
Pois, se perdoarem as ofensas uns dos outros, o Pai celestial também perdoará vocês. Mas, se não perdoarem uns aos outros, o Pai celestial não perdoará as ofensas de vocês. 
Mateus 6:14-15
Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus os perdoou em Cristo. 
Efésios 4:32
Se um de vocês tem causado tristeza, não a tem causado apenas a mim, mas também, em parte, para eu não ser demasiadamente severo com todos vocês. A punição que foi imposta pela maioria é suficiente. Agora, ao contrário, vocês devem perdoar-lhe e consolá-lo, para que ele não seja dominado por excessiva tristeza. Portanto, eu recomendo que reafirmem o amor que têm por ele. 
2 Coríntios 2:5-8
"Não julguem e vocês não serão julgados. Não condenem e não serão condenados. Perdoem e serão perdoados. 
Lucas 6:37
"Sou eu, eu mesmo, aquele que apaga
suas transgressões, por amor de mim,
e que não se lembra mais
de seus pecados. 
Isaías 43:25
Nele temos a redenção por meio de seu sangue, o perdão dos pecados, de acordo com as riquezas da graça de Deus, 
Efésios 1:7
Pois ele nos resgatou do domínio das trevas e nos transportou para o Reino do seu Filho amado, em quem temos a redenção, a saber, o perdão dos pecados. 
Colossenses 1:13-14
Que o ímpio abandone o seu caminho;
e o homem mau, os seus pensamentos.
Volte-se ele para o Senhor,
que terá misericórdia dele;
volte-se para o nosso Deus,
pois ele dá de bom grado o seu perdão. 
Isaías 55:7
Veja também o que a Bíblia diz sobre:
    • Mulher Vaso Mais Frágil
    • Uma Só Carne
    • Vestes das Mulheres
    • Preservação das Escrituras
    • Versículos para o Dia das Crianças
    • Versículos que falam como Tudo posso naquele que m
    • Eis que tudo se fez novo na Bíblia
    • Versículos sobre a Educação das Crianças
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FONTE: https://www.bibliaon.com/perdao/

Por fim, se esta família conseguir fazer esta reflexão, e ser mais proativa com relação a solução dos conflitos, e perceber que a União Familiar  está acima de muitas questões, as  soluções desafiadores como a Recuperaçao do Prolabore, serão conseguidas com maior mais facilidade, e  poderão serão  levar  inclusive a melhoria da Sra Maria José que merece um Dia das Mães junto com pessoas queridas e cheio repleto de alegrias Neste Dia das Mães em 13 de maio de 2018.

Feliz Dia das Mães para Maria José Correia Borges são votos de Gilberto Martins Borges Filho,  seu filho médico,  em nome de todos família. E que Deus abençoe todo empreendedorismo nesta família.






Friday, August 17, 2012

CONFIRAM "Criatividade cearense"




 17/08/2012
Criatividade cearense


SARA MAIA


Dois cearenses se destacam entre os inscritos do Movimento HotSpot, prêmio que vai selecionar projetos em 11 categorias diferentes para expor o potencial criativo de jovens brasileiros



Aline Gurgel Borges e sua Poltrona REM; acima pinturas em camisa de Pedro Henrique Oliveira
Pedro Henrique Oliveira tem 17 anos, é estudante do ensino médio e mora em Juazeiro do Norte, onde nasceu. Há quatro anos começou a levar o gosto pelo desenho, que tem desde criança, para camisetas. Fazia tudo o que era de encomenda que surgisse lá na terra de Padre Cícero. Há um ano, Pedro decidiu investir o talento para criar a própria marca e dar personalidade às peças, surgiu a Sertão Santo. “Essa última coleção de verão é inspirada em piratas, marinheiros e nas tribos urbanas da Califórnia”, explica ele.



Sertão Santo é um dos projetos cearenses inscritos no Movimento HotSpot que vai premiar talentos em 11 categorias com foco em inovação. “A criatividade é transversal. A forma como os jovens trabalham e pensam é transversal. Não existe mais criação isolada, solitária. O mundo ficou definitivamente interligado. Tudo se movimenta ao mesmo tempo. Por isso pensamos o Movimento HotSpot amplo, porém convergente, dinâmico e abrangente, inclusivo e colaborativo”, explica Paulo Borges, CEO da Luminosidade, criador do São Paulo Fashion Week, em entrevista ao O POVO.



Pedro Henrique está inscrito na categoria Ilustração. “Eu pinto roupas, mas o que é realmente original são as pinturas. Técnica que não se aprende, se desenvolve. Desde criança eu desenho, e um dia decidi pintar em tecido para ver qual é. Uma estampa é única, por mais que a pessoa peça para eu repetir, nunca vai ser a mesma coisa”.



Paulo Borges explica que foram dois anos discutindo o projeto do Movimento HotSpot. “Posso dizer que ‘observação’ foi o fator que nos fez definir essas 11 áreas. Na verdade, até brincamos que não são onze áreas, e sim 10 mais uma”. A décima primeira categoria vale para ideia. “Engloba projetos de branding, biomimetismo, comunicação, empreendedorismo, engenharia de produção, tecnologia, sustentabilidade e varejo. Para nossa surpresa, essa é a categoria que mais teve inscrições”.



Nas áreas de Moda, Beleza, Design, Música, Arquitetura, Cenografia, Ilustração, Fotografia, Design Gráfico, Filme & Vídeo os interessados têm até dia 31 de agosto para se inscrever e concorrer a diferentes premiações. O melhor projeto em cada categoria recebe R$ 10 mil, a melhor ideia um investimento de R$ 200 mil.



Na categoria Design, a cearense Aline Gurgel Borges está inscrita com o projeto da Poltrona REM (fase do sono onde ocorrem os sonhos). Fabricada com a fibra da casca de coco, é uma mobília sustentável que pesa cerca de 30 kg. “O conceito é inspirado nas asas de uma borboleta, o que significa que ao reclinar-se sobre ela, é possível dar asas à imaginação e sonhar”. O projeto sustentável foi selecionado como finalista do concurso Young Contract Creations Award 2012, na Alemanha, onde ficou exposto em janeiro deste ano.



Para avaliar os resultados de criação, nos cercamos de um time de curadores de renome em suas áreas e também prevemos a atuação de jurados convidados. A consistência do candidato e dos trabalhos inscritos também será levada em consideração. Paixão e determinação são outras características subjetivas que estão em sinergia com os perfis que queremos atrair para essa comunidade. Além dos critérios de avaliação pertinentes a cada categoria, serão levados em consideração: criatividade, originalidade, relevância, sensibilidade, bem como outros aspectos técnicos, artísticos e científicos”, diz Paulo Borges.



Ter uma boa ideia, às vezes é o mais fácil no Brasil. Difícil é ter cacife ($$) pra tirar o projeto do papel e materializá-lo. “Os empresários ainda precisam perceber todo o potencial do design para alavancar seus negócios, e precisamos de políticas públicas mais consequentes para promover a atividade”, avalia Adélia Borges, jornalista, autora de mais de 10 livros, entre eles Designer não é personal trainer, da Editora Rosari, e Design + Artesanato: O caminho brasileiro, da Editora Terceiro Nomes”. Adélia é uma das curadoras que irá avaliar a Poltrona REM da cearense Aline.



Paulo Borges estará hoje na Livraria Cultura, a partir das 19 horas, falando sobre sua trajetória profissional e sobre o HotSpot. Ao O POVO ele antecipa o caminho das pedras. “A principal dica que eu tenho para todos os participantes é não ter receios, ir em frente, lutar pelo que acredita. Vou usar uma expressão que adotei depois de conversar com a Fafá de Belém: desassuste-se! Tire sua ideia da gaveta e vá em frente”.



Posted by BRAZIL’S GREEN SOLAR@EOLIC IDEAS at 7:38 PM 0 comments

Monday, January 16, 2012

CONFIRAM "Nasa propõe 14 medidas para reduzir o aquecimento global"



 2012 GAIA ELECTION CAMPAIGN: FOR A GAIA MORE CONSCIOUS AND MORE SUSTAINABLE GAIA-WAHL-KAMPAGNE 2012: FÜR EIN GAIA BEWUSSTERES UND STÜTZBARER CAMPAGNE 2012 D'ÉLECTION DE GAIA : POUR GAIA PLUS CONSCIENT ET PLUS SOUTENABLE





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THE END

Friday, March 30, 2018

#FELIZ PÁSCOA PARA VOCE, SEUS FAMILAIRES FAMILIARES, SEUS AMIGOS E O BRASIL SÃO OS VOTOS DOS GRUPOS “AMETHYST” E “INJUSTIÇADOS PELA JUSTIÇA” (JUNTE-SE CONOSCO EM NOSSA MISSÃO) /Feliz Páscoa - 2015 - Cid Moreira







#FELIZ PÁSCOA PARA VOCE, SEUS FAMILIARES, SEUS AMGOS E O BRASIL SÃO OS VOTOS DOS GRUPOS “AMETHYST” E “INJUSTIÇADOS PELA JUSTIÇA” (JUNTE-SE CONOSCO EM NOSSA MISSÃO)






SOURCE/LINK: https://youtu.be/Mmjj-KRtcA4









Feliz Páscoa - 2015 - Cid Moreira


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SOURCE/LINK: https://www.bibliaon.com/pascoa/


Versículos sobre a Páscoa


A Páscoa é a celebração da morte e ressurreição de Jesus. Na cruz, Jesus levou todos os nossos pecados, tomando nosso castigo em nosso lugar. Mas Jesus não permaneceu morto. No terceiro dia, ele ressuscitou!
Jesus venceu a morte e agora nos oferece a salvação. Todos que creem em Jesus como seu salvador têm seus pecados perdoados, recebem uma vida nova como filhos de Deus e têm a promessa da vida eterna!
Assim como Deus libertou os israelitas da escravidão no Egito, ele nos liberta da escravidão do pecado. Não precisamos mais ter medo da condenação porque Jesus morreu em nosso lugar. Agora podemos viver para Jesus, aprendendo a fazer a vontade de Deus.
Páscoa na Bíblia
Disse-lhe Jesus: "Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá; e quem vive e crê em mim, não morrerá eternamente. Você crê nisso?"
João 11:25-26
Ora, se morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos. Pois sabemos que, tendo sido ressuscitado dos mortos, Cristo não pode morrer outra vez: a morte não tem mais domínio sobre ele. Porque, morrendo, ele morreu para o pecado uma vez por todas; mas, vivendo, vive para Deus. Da mesma forma, considerem-se mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus.
Romanos 6:8-11
"Estamos subindo para Jerusalém, e o Filho do homem será entregue aos chefes dos sacerdotes e aos mestres da lei. Eles o condenarão à morte e o entregarão aos gentios para que zombem dele, o açoitem e o crucifiquem. No terceiro dia ele ressuscitará!"
Mateus 20:18-19
Por isso é que meu Pai me ama, porque eu dou a minha vida para retomá-la. Ninguém a tira de mim, mas eu a dou por minha espontânea vontade. Tenho autoridade para dá-la e para retomá-la. Esta ordem recebi de meu Pai".
João 10:17-18
Depois de ter bradado novamente em alta voz, Jesus entregou o espírito. Naquele momento, o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo. A terra tremeu, e as rochas se partiram. Os sepulcros se abriram, e os corpos de muitos santos que tinham morrido foram ressuscitados. E, saindo dos sepulcros, depois da ressurreição de Jesus, entraram na cidade santa e apareceram a muitos.
Mateus 27:50-53


Depois do sábado, tendo começado o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro. E eis que sobreveio um grande terremoto, pois um anjo do Senhor desceu dos céus e, chegando ao sepulcro, rolou a pedra da entrada e assentou-se sobre ela. Sua aparência era como um relâmpago, e suas vestes eram brancas como a neve. Os guardas tremeram de medo e ficaram como mortos. O anjo disse às mulheres: "Não tenham medo! Sei que vocês estão procurando Jesus, que foi crucificado. Ele não está aqui; ressuscitou, como tinha dito. Venham ver o lugar onde ele jazia. Vão depressa e digam aos discípulos dele: Ele ressuscitou dentre os mortos e está indo adiante de vocês para a Galileia. Lá vocês o verão. Notem que eu já os avisei". As mulheres saíram depressa do sepulcro, amedrontadas e cheias de alegria, e foram correndo anunciá-lo aos discípulos de Jesus. De repente, Jesus as encontrou e disse: "Salve!" Elas se aproximaram dele, abraçaram-lhe os pés e o adoraram. Então Jesus lhes disse: "Não tenham medo. Vão dizer a meus irmãos que se dirijam para a Galileia; lá eles me verão".
Mateus 28:1-10
Quando terminou o sábado, Maria Madalena, Salomé e Maria, mãe de Tiago, compraram especiarias aromáticas para ungir o corpo de Jesus. No primeiro dia da semana, bem cedo, ao nascer do sol, elas se dirigiram ao sepulcro, perguntando umas às outras: "Quem removerá para nós a pedra da entrada do sepulcro?" Mas, quando foram verificar, viram que a pedra, que era muito grande, havia sido removida. Entrando no sepulcro, viram um jovem vestido de roupas brancas assentado à direita e ficaram amedrontadas. "Não tenham medo", disse ele. "Vocês estão procurando Jesus, o Nazareno, que foi crucificado. Ele ressuscitou! Não está aqui. Vejam o lugar onde o haviam posto. Vão e digam aos discípulos dele e a Pedro: Ele está indo adiante de vocês para a Galileia. Lá vocês o verão, como ele disse." Tremendo e assustadas, as mulheres saíram e fugiram do sepulcro. E não disseram nada a ninguém, porque estavam amedrontadas.
Marcos 16:1-8
No primeiro dia da semana, de manhã bem cedo, as mulheres levaram ao sepulcro as especiarias aromáticas que haviam preparado. Encontraram removida a pedra do sepulcro, mas, quando entraram, não encontraram o corpo do Senhor Jesus. Ficaram perplexas, sem saber o que fazer. De repente, dois homens com roupas que brilhavam como a luz do sol colocaram-se ao lado delas. Amedrontadas, as mulheres baixaram o rosto para o chão, e os homens lhes disseram: "Por que vocês estão procurando entre os mortos aquele que vive? Ele não está aqui! Ressuscitou! Lembrem-se do que ele disse, quando ainda estava com vocês na Galileia: 'É necessário que o Filho do homem seja entregue nas mãos de homens pecadores, seja crucificado e ressuscite no terceiro dia' ". Então se lembraram das palavras de Jesus. Quando voltaram do sepulcro, elas contaram todas estas coisas aos Onze e a todos os outros. As que contaram estas coisas aos apóstolos foram Maria Madalena, Joana e Maria, mãe de Tiago, e as outras que estavam com elas. Mas eles não acreditaram nas mulheres; as palavras delas lhes pareciam loucura. Pedro, todavia, levantou-se e correu ao sepulcro. Abaixando-se, viu as faixas de linho e mais nada; afastou-se, e voltou admirado com o que acontecera.
Lucas 24:1-12
Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo! Conforme a sua grande misericórdia, ele nos regenerou para uma esperança viva, por meio da ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos,
1 Pedro 1:3
e que mediante o Espírito de santidade foi declarado Filho de Deus com poder, pela sua ressurreição dentre os mortos: Jesus Cristo, nosso Senhor. Por meio dele e por causa do seu nome, recebemos graça e apostolado para chamar dentre todas as nações um povo para a obediência que vem pela fé.
Romanos 1:4-5
E esta é a promessa que ele nos fez: a vida eterna.
1 João 2:25
Mas os teus mortos viverão;
seus corpos ressuscitarão.
Vocês, que voltaram ao pó,
acordem e cantem de alegria.
O teu orvalho é orvalho de luz;
a terra dará à luz os seus mortos.
Isaías 26:19
Pois, se os mortos não ressuscitam, nem mesmo Cristo ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, inútil é a fé que vocês têm, e ainda estão em seus pecados. Neste caso, também os que dormiram em Cristo estão perdidos. Se é somente para esta vida que temos esperança em Cristo, somos, de todos os homens, os mais dignos de compaixão. Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias entre aqueles que dormiram.
1 Coríntios 15:16-20
Mas ele foi traspassado
por causa das nossas transgressões,
foi esmagado por causa
de nossas iniquidades;
o castigo que nos trouxe paz
estava sobre ele, e pelas suas feridas
fomos curados. Todos nós, como ovelhas,
nos desviamos,
cada um de nós se voltou
para o seu próprio caminho;
e o Senhor fez cair sobre ele
a iniquidade de todos nós. Ele foi oprimido e afligido;
e, contudo, não abriu a sua boca;
como um cordeiro,
foi levado para o matadouro;
e, como uma ovelha que diante de seus
tosquiadores fica calada,
ele não abriu a sua boca.
Isaías 53:5-7
Contudo, foi da vontade do Senhor
esmagá-lo e fazê-lo sofrer,
e, embora o Senhor tenha feito da vida dele
uma oferta pela culpa,
ele verá sua prole e prolongará seus dias,
e a vontade do Senhor
prosperará em sua mão. Depois do sofrimento de sua alma,
ele verá a luz e ficará satisfeito;
pelo seu conhecimento
meu servo justo
justificará a muitos
e levará a iniquidade deles.
Isaías 53:10-11
Então Moisés convocou todas as auto­ridades de Israel e lhes disse: "Escolham um cordeiro ou um cabrito para cada família. Sacrifiquem-no para celebrar a Páscoa! Mo­lhem um feixe de hissopo no sangue que estiver na bacia e passem o sangue na viga superior e nas laterais das portas. Nenhum de vocês pode­rá sair de casa até o amanhecer. Quando o Senhor passar pela terra para matar os egípcios, verá o sangue na viga superior e nas laterais da porta e passará sobre aquela porta, e não permitirá que o destruidor entre na casa de vocês para matá-los. "Obedeçam a essas instruções como decreto perpétuo para vocês e para os seus des­cendentes. Quando entrarem na terra que o Senhor prometeu dar a vocês, celebrem essa ceri­mônia. Quando os seus filhos pergunta­rem: 'O que significa esta cerimônia?', respondam-lhes: É o sacrifício da Páscoa ao Senhor, que passou sobre as casas dos israelitas no Egito e poupou nossas casas quando ma­tou os egípcios". Então o povo curvou-se em adoração. Depois os israelitas se retiraram e fizeram conforme o Senhor tinha ordenado a Moisés e a Arão.
Êxodo 12:21-28
Livrem-se do fermento velho, para que sejam massa nova e sem fermento, como realmente são. Pois Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi sacrificado. Por isso, celebremos a festa, não com o fermento velho nem com o fermento da maldade e da perversidade, mas com os pães sem fermento, os pães da sinceridade e da verdade.
1 Coríntios 5:7-8
Pois vocês sabem que não foi por meio de coisas perecíveis como prata ou ouro que vocês foram redimidos da sua maneira vazia de viver, transmitida por seus antepassados, mas pelo precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro sem mancha e sem defeito, conhecido antes da criação do mundo, revelado nestes últimos tempos em favor de vocês. Por meio dele vocês creem em Deus, que o ressuscitou dentre os mortos e o glorificou, de modo que a fé e a esperança de vocês estão em Deus.
1 Pedro 1:18-21
Veja também o que a Bíblia diz sobre:
    • Morte
    • Pena de Morte
    • Ressurreição
    • Versículos sobre a Morte de Jesus
    • Celebração








Cid Moreira Oficial
Publicado em 3 de abr de 2015






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