Monday, November 21, 2011

CONFIRAM "Palestra: O que a internet está fazendo com nossas mentes?"

SOURCE/LINK:

Uma palestra apresentada no Instituto de Matematica e Estatistica da USP em 18/10/2011 pelo prof Dr Valdemar Setzer, baseada no tema do livro "The Shallows: What the Internet Is Doing to Our Brains" de Nicholas Carr.



Carta na Escola
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Roberto Taddei
Geração Y
17.11.2011 12:53
O que a internet está fazendo com nossos cérebros

Carr: A tecnologia pode obstruir o aprendizado, a memória e talvez a empatia. Foto: John Todd/AFP
Quando Nicholas Carr escreveu The Shallows: What the internet is doing to our brains (A Geração Superficial: O que a internet está fazendo com o nosso cérebro), o iPad ainda era apenas uma boa promessa, o Google Wave aparecia como um provável sucesso e os e-books ainda não tinham decolado. Hoje, o Google aposentou o serviço, o iPad é sucesso no mundo todo e as vendas de e-books estouraram nos Estados Unidos. Nesta entrevista, Carr diz como os novos avanços tecnológicos e da internet continuam oferecendo riscos aos nossos cérebros.
Carta na Escola: A maneira como a web é organizada estimula um sistema de recompensas que sugere que somos explorados pelos sites em suas brigas por audiência e retorno comercial. Seria o caso de algum controle legal ou de regulação a respeito do que se pode fazer na rede? Precisamos de proteção? Isso não implicaria censura da liberdade de expressão?
Nicholas Carr: É difícil dizer o quanto de nossos hábitos online resultam de pressões comerciais e o quanto é um reflexo de nossas próprias escolhas. Em outras palavras, nós podemos estar escolhendo ser superficiais. Não estou seguro a respeito de o controle governamental ou das regulações na forma como usamos a rede ser algo aconselhável. Se quisermos mudar nossos hábitos, isso realmente depende de nós, como indivíduos e como sociedade.
CE: A invenção e a proliferação da escrita e da leitura não são uma história fácil, nem mesmo natural, como o senhor reforça. Seria justo imaginar que o futuro da leitura e da escrita será determinado apenas pela facilidade dos usuários na utilização de ferramentas tecnológicas? Não temos espaço para mais esforços cognitivos?
NC: Nossa tendência é usar tecnologias para facilitar nossa vida, não para dificultar e, com os computadores em rede, esse desejo por conveniência está tendo uma enorme influência sobre nossas vidas intelectuais, assim como em nas físicas. Acho que existem evidências de que essa tal facilidade pode obstruir nosso aprendizado e nossa memória, e talvez até mesmo nossa disposição para a empatia.
CE: Quando o senhor publicou seu livro, em 2010, os livros eletrônicos representavam apenas 35% do total das vendas da Amazon. Agora, esse número já ultrapassa o de vendas de obras impressas. Procuramos por mais narrativas longas, ao mesmo tempo que gostamos da experiência dos aparelhos eletrônicos?
NC: As primeiras versões de leitores digitais, como o Kindle original, faziam um bom trabalho na replicação da experiência de um livro impresso. Mas, como já estamos vendo nas versões recentes de aparelhos como o iPad e o Nook, mais e mais opções e funcionalidades estão sendo incorporadas – e, ao mesmo tempo, oferecendo mais distrações aos leitores. Acredito que, no longo prazo, livros digitais tendem a ser lidos de maneira mais superficial, mais distraída do que os livros impressos.

CE: Com a web 2.0, as redes sociais e as ferramentas de curadoria e seleção de conteúdos, parece que caminhamos para uma relação mais atuante na rede e que nos leva a escolher nossas leituras. No entanto, diminuímos a quantidade de conteúdos diferentes a que somos expostos. Corremos o risco de perder a dimensão da rede e de ficar presos em um mesmo grupo?
NC: Sim, acho que estamos vendo essa mudança para uma rede mais controlada, mais “personalizada”. Essa é uma tendência muito similar ao que vimos com outros meios de comunicação no passado, como o rádio, e parece ser o resultado da comercialização. Certamente, há o risco de que acabaremos sendo expostos apenas ao que nos é familiar e assim reforçaremos as nossas próprias idiossincrasias. Nós nos tornaríamos mais limitados, em vez de mais amplos em nossas perspectivas.

Monday, August 1, 2011

Confiram "Entrevista com o economista Sérgio Besserman" na Rede Brasil

SOURCE/LINK: http://tvbrasil.org.br/conexaorobertodavila/




Dom, 31/07 - 20h

Entrevista com o economista Sérgio Besserman

Ele fala de política e de estudos na área sócio-ambiental
O Conexão Roberto D’ Avila entrevista neste domingo (31), às 20h, o economista Sérgio Besserman, que relata fatos históricos importantes do segundo governo de Getúlio Vargas. O assunto parte de sua tese de mestrado, em que também ressaltou o papel de Tancredo Neves na história política do Brasil. O economista ainda fala sobre o irmão Bussunda, das projeções dos cientistas sobre as mudanças climáticas, a urgência de investimentos em fontes de energia alternativas e a busca por uma economia sustentável.
Um economista dedicado aos estudos nas áreas sócio-ambientais, Sérgio Besserman entrou para os quadros do BNDES em 1988. Foi diretor de
Sergio Besserman
planejamento e o primeiro diretor da área social do banco, após a sua criação em 97. Entre os anos de 1999 e 2003, presidiu o IBGE.
Sérgio esteve à frente do Censo de 2000 – fundamental para se traçar o perfil do Brasil na virada do século XXI. Ele comandou ainda um estudo aprofundado sobre as favelas do Rio de Janeiro, base de importantes análises sobre a favelização nas grandes cidades brasileiras.
Foi, ainda, presidente do Instituto Pereira Passos, órgão que fomenta políticas públicas nas áreas de urbanismo e memória da cidade do Rio de Janeiro.
Atualmente, Sérgio Besserman é professor do departamento de economia da PUC do Rio.

Thursday, March 17, 2011

NOSSO PRÓPRIO "FIREWALL" ESPIRITUAL

                            http://marcoscosta-marcoscosta.blogspot.com/2009/11/verifique-seu-firewall_24.html



O crescimento do uso de computadores e da Internet traz à língua cotidiana um vocabulário novo que consiste em palavras estrangeiras. Mouse, software, Internet, download, laptop e outros termos se tornaram parte da conversa diária de muitos brasileiros. Mais uma palavra introduzida à língua dos internautas é o termo firewall. No seu idioma original, um firewall é uma parede (wall) de barreira ao fogo (fire), como, por exemplo, a barreira de aço entre o motor de um carro e seus passageiros. Na informática, passou a representar a barreira eletrônica que protege um computador de ataques e invasões numa rede, como a Internet. Serve como um filtro, barrando a entrada de coisas indesejáveis.






Aplicando a mesma idéia num sentido espiritual, há diversos tipos de firewall. A Babilônia antiga ativou um firewall de ciência, filosofia e orgulho, e achou-se protegida, até do próprio Deus: “Não há quem me veja.... além de mim não há outra” (Isaías 47:10). Ela se enganou. Deus disse-lhe: “Porque sobre ti, de repente, virá tamanha desolação, como não imaginavas” (Isaías 47:11). Deus é onisciente e onipotente. Quem pensa diferente se engana.



  Um segundo tipo de barreira é a resistência de um coração teimoso, que não deixa o Senhor entrar para convertê-lo. Jesus disse: “Eis que estou à porta e bato” (Apocalipse 3:20). Ele quer entrar para cear e habitar em cada coração, mas ele não força ninguém a aceitá-lo (Mateus 13:13-16; 23:37; Atos 7:51; Hebreus 3:8).






 Mas existe um firewall espiritual que é bom e necessário para cada pessoa que quer a salvação e a comunhão com Deus. Esta barreira resiste ao diabo (Tiago 4:7) e guarda o coração e os pensamentos para manter-se incontaminado do mundo (Filipenses 4:7-8; Tiago 1:27).





Verifique seu firewall!






–por Dennis Allan

Tuesday, March 15, 2011

O PODER DO BANHO DE ERVAS - ALGO BEM SUSTENTÁVEL!!!

SOURCE/LINK: http://www.ivomaioli.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=32&Itemid=1


*Banho de Ervas


Autoria de Ivo Maioli

Todos nós temos ao redor do nosso corpo físico um campo eletromagnético, composto por corpos sutis, que se denomina aura.






As auras das pessoas e dos lugares funcionam como antenas que recebem e enviam mensagens entre si, que são decodificadas através da nossa intuição. Quando passamos por situações estranhas, energias desequilibradas se agregam à nossa aura e permanecem lá por muito tempo provocando doenças.






Quando tomamos um Banho de Ervas limpamos a nossa aura fazendo com que ela volte a funcionar normalmente e harmonizando os nossos chakras que são túneis por onde entram as energias no nosso corpo físico.






Cada planta tem carascteristicas próprias que integram com as nossas energias provocando as mudanças necessárias. As ervas podem limpar, energizar, melhorar nossa auto-estima, tirar nosso cansaço, etc..







Para fazer o banho, devemos olhar a relação de ervas e propriedades que segue abaixo e escolher aquelas que se adequam à nossa situação. Depois, pegue um punhado de cada erva e faça um chá com elas. Coe numa jarra e após tomar um banho normal, jogue o chá do ombro pra baixo. As ervas podem ser misturadas e o resultado será melhor se usado número ímpar de ervas.






O Sal grosso pode ser usado como banho de limpeza mas é preciso que se tome um banho de ervas logo após.








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Relação de ervas e suas propriedades:






* Abre Caminho - novas forças


* Açúcar - aceitação


* Alho (palha) - proteção


* Alecrim - clareza mental


* Alpiste - prosperidade


* Arruda - proteção


* Anis Estrelado - aumenta a auto-estima


* Água-de-arroz - calmante


* Água-marinha (planta) - limpeza


* Alfazema - mudança


* Bulbo de cebolinha - tira o cansaço


* Comigo-ninguém-pode - defesa


* Camomila - limpeza (bactericida)


* Canela - limpeza, força e prosperidade


* Cravo da Índia - estimulante


* Crizântemo branco - calmante


* Crista-de-Galo (sementes) - calmante (hipertensão)


* Contas de Rosário - concentração


* Cenoura (folhas) - fraqueza


* Dente-de-Leão - tristeza e anti-tóxico


* Erva doce - boas energias


* Espada de São Jorge - proteção


* Folha de Pinheiro - limpeza


* Folhas de Pêssego - dissolve densidades acumuladas


* Folhas de Limão - corta energias negativas


* Folhas de Manga - prosperidade


* Folhas de Louro - prosperidade


* Fumo - proteção


* Flor de sabugueiro - calmante


* Guiné - proteção e força


* Girassol (sementes) - acelera as mudanças


* Guaraná - aumenta as energias


* Hortelã - aceitação


* Inhame - força e limpeza


* Levante - força, melhorar a auto-estima


* Losna - corta a negatividade (raivas)


* Macela - calmante (bom para insônia)


* Manjericão - equilíbrio, renova as células do organismo


* Pitanga (folhas) - melhora a circulação


* Rosas brancas - limpeza


* Rosas vermelhas - energia


* Sementes de tangerina - para dores na coluna


* Sálvia - rejuvenecimento


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Thursday, February 24, 2011

INESQUECIVEL "Zequinha de Abreu interpretado por Jacques Klein e Ezequiel Moreira no Teatro Cultura Artística"

SOURCE/LINK: http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u182.jhtm





SOURCE/LINK: http://www.youtube.com/watch?v=NS467dFHI5A&playnext=1&list=PL398629E65A85EA8C

Compositor brasileiro


Zequinha de Abreu

19/09/1880 Santa Rita do Passa Quatro, São Paulo


22 /01/1935, São Paulo, SP






Da Página 3 - Pedagogia & Comunicação


Reprodução










O compositor de Tico-tico no Fubá manifestou aos 6 anos a vocação para a música






"Um tico-tico só/ O tico-tico lá/ Está comendo todo, todo, meu fubá/ Olha, seu Nicolau/ Que o fubá se vai/ Pego no meu Pica-pau e um tiro sai." Qual é o brasileiro que não conhece a composição "Tico-Tico no Fubá", de Zequinha de Abreu?






A música foi um dos maiores sucessos da década de 1940 e fez parte da trilha sonora de cinco filmes americanos: "Alô Amigos", "A Filha do Comandante", "Escola de Sereias", "Kansas City Kity" e "Copacabana", quando o choro, com letra de Eurico Barreiros, foi cantado por Carmen Miranda.






José Gomes de Abreu, o Zequinha, era o primeiro dos oito filhos do boticário José Alacrino Ramiro de Abreu e Justina Gomes Leitão. A mãe queria que ele fosse padre e o pai, que se formasse médico. Mas aos seis anos, ele já mostrava vocação musical, tirando melodias da flauta. Durante o curso primário organizou uma banda na escola, da qual era o regente. Com 10 anos, tocava requinta, flauta e clarineta na banda e ensaiava suas primeiras composições.






Zequinha de Abreu estudou em Santa Rita e no Colégio São Luís de Itu. Em 1894 foi para o Seminário Episcopal de São Paulo, onde apreendeu harmonia. Aos 17 anos voltou para sua cidade e fundou sua orquestra para se apresentar em saraus, bailes, aniversários, casamentos, serestas e em cinemas, acompanhando os filmes mudos. Nessa época, fez suas primeiras composições, como "Flor da Estrada" e "Bafo de Onça".






Aos 18 anos já estava casado com Durvalina Pires Brasil, de14. O casal viveu alguns meses no Distrito de Santa Cruz da Estrela, atual Jacerandi, próximo a Santa Rita. Cuidavam de uma farmácia e de uma classe de ensino primário. De volta à sua cidade, Zequinha coordenou o trabalho da orquestra com os cargos de secretário da Câmara Municipal e de escrevente da Coletoria Estadual. A exemplo de seu pai, também teve oito filhos, todos batizados com nomes começados com a letra D: Durval, Dermeval, Dinorah, Doríval, Diva, Dirce...






No final da década de 1910 compôs de improviso a valsa "Branca", em homenagem a Branca Barreto, filha do chefe da estação ferroviária de sua cidade. Tornou-se um clássico do repertório brasileiro de então.






Em 1917, durante um baile, apresentou um choro e ficou surpreso com a reação entusiasmada dos pares de dança. Batizou a música de "Tico-Tico no Farelo", mas, como já existia um choro com o mesmo nome na época (composto por Américo Jacomino), resolveu pôr "Tico-Tico no Fubá". Apesar da boa acolhida, o choro só seria gravado quatorze anos depois, pela Orquestra Colbaz, dirigida pelo maestro Gaó. Interpretada por dezenas de artistas, tornou-se um dos maiores sucessos da música brasileira no século 20, inclusive no exterior.






Zequinha mudou-se para a capital paulista em setembro de 1920, logo após o falecimento do pai. Em São Paulo, seu ritmo de trabalho aumentou. Ele se apresentava no Bar Viaduto, na Confeitaria Seleta, em clubes, cabarés, "dancings" e festas. Seu piano, conjuntos e músicas eram muito requisitados. Incansável, ainda dava aulas de piano e aproveitava para vender as partituras de suas músicas nas casas que freqüentava.






Trabalhava também na Casa Beethoven, atraindo fregueses e curiosos que passavam na Rua Direita. Mostrava no piano os últimos lançamentos musicais. Foi lá que conheceu Vicente Vitale, com quem iniciaria uma grande amizade e uma ligação importante. Os irmãos Vitale iniciavam uma editora musical que iria lançar vários de seus sucessos. Além disso, ofereceram a Zequinha um contrato de exclusividade, com a obrigação de entregar uma música nova a cada mês, em troca de um ordenado fixo.






Suas músicas foram gravadas inclusive por Lúcio Alves, que cantou "Pé de Elefante", "Rosa Desfolhada" (ambas em parceria com Dino Castelo). "Aurora" (com Salvador Morais) e "Amor Imortal" (com Braguinha).






Zequinha não possuía ambição e sempre ajudava os amigos necessitados. Falava pouco, mas sorria bastante. Na boemia, fazia-se acompanhar dos filhos Durval e Dermeval, improvisando ao piano canções durante horas, com a cervejinha do lado. "Escrevia música tão depressa como qualquer pessoa que sabia escrever ligeiro" - dizia Hermes Vieira, seu amigo e letrista, que usava o pseudônimo de Naro Demóstenes.






Dois anos antes de morrer, fundou a banda Zequinha de Abreu. Dezessete anos após sua morte, os cineastas Fernando de Barros e Adolfo Celi e a Companhia Vera Cruz homenagearam o compositor com o filme "Tico-Tico no Fubá" (1952) com Anselmo Duarte e Tônia Carrero nos principais papéis.



CONFIRAM "Americanos criam sistema de comunicação entre plantas e humanos através do Twitter"

SOURCE/LINK: http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/2057

Americanos criam sistema de comunicação entre plantas e humanos através do Twitter



Postado em 21/02/2011 ás 14h59






Botanicalls Twitter oferece conexão entre você e sua planta via atualizações de status online do Twitter. Quando sua planta precisar de água, ele irá postar para que você saiba, e enviará agradecimentos quando você mostrar amor. (Imagem:Divulgação)






O trio de cientistas da Universidade de Nova York, Rob Faludi, Kate Hartman e Kati London, em parceria com a SparkFun trabalham na criação de um kit chamado Botanicalls. O trabalho está direcionado a uma nova versão de um modelo antigo. O plano é tê-lo disponível em fevereiro deste ano, junto com o código atualizado e instruções para capacitar sua planta favorita para Twittar automaticamente quando precisar de água, e agradecer através da rede social quando as necessidades forem atendidas.




 Espera-se que dessa maneira seja aberto um novo canal de comunicação entre plantas e seres humanos, em um esforço para promover a compreensão bem-sucedida entre as espécies.





















O projeto é relacionado fundamentalmente na comunicação entre as plantas e pessoas. Os projetistas tem como objetivo capacitar ambos, inventando novos caminhos de interação. Para as plantas que poderiam ser negligenciadas são dadas a capacidade de chamar as pessoas por mensagem de texto para pedir assistência. Para as pessoas que não têm certeza da sua capacidade efetiva de cuidar de plantas são dadas pistas visuais e auditivas utilizando métodos humanos de comunicação comum.





















O sistema Botanicalls original (inicialmente desenvolvido em 2006) permitiu às plantas de casa fazerem chamadas telefônicas. Quando uma planta desta rede precisa de água, ela pode chamar uma pessoa e pedir exatamente o que precisa. Quando as pessoas telefonam para as plantas, elas orientam o interlocutor sobre suas características botânicas.





















O projeto foi originalmente gerado a partir de conversas não-técnicas, entre os alunos de pós-graduação em Programas Interativos de Telecomunicações (ITP) de Nova York, sobre recipientes de jardinagem caseiros, filtração de ar e as qualidades das plantas comuns.





















A preocupação dos alunos em trazer as plantas para a comunidade do ITP foi a chance de sobrevivência - tecnólogos raramente têm tempo para parar e cheirar as flores, e muito menos lhes dar água, "mas, e se imaginarmos que as plantas podem nos fazer uma ligação e nos dizer o que precisam e quando?”, indagou um dos estudantes, dando início ao projeto.





















As metas desta rede são: manter as plantas vivas, traduzindo os protocolos de comunicação das plantas (hábito de folha, cor da folhagem, inclinação, etc) para obter mais protocolos de comunicação humana (e-mail, chamadas telefônicas de voz, visualizações digital, etc.); melhorar a conexão das pessoas com as plantas e explorar meios de mostrar como elas ajudam os seres humanos. A invenção também tende criar um senso de comunidade, mostrando como a vida natural é um contraponto valioso para o nosso ambiente.





















Já a outra rede chamada Botanicalls Twitter responde à pergunta sobre o que está acontecendo com a sua planta. Ela oferece uma conexão via atualizações de status on-line do Twitter, que alcança as pessoas em qualquer lugar do mundo. Quando a planta precisar de água, ele irá postar para que o seu dono saiba. Ela também enviará agradecimentos quando receber cuidados e atenção.





















O código do sistema cobre cinco diferentes atualizações de status, com base nas condições atuais que são: quando o nível de umidade do solo da planta cair abaixo do limiar satisfatório, ele irá enviar um status de atualização da planta que precisa ser regada; se a umidade cair abaixo de um nível crítico a planta irá twittar avisando que ela está precisando de água urgentemente; se houver um rápido aumento da umidade do solo, será detectado como um evento de irrigação e então a planta irá determinar se a umidade do solo subiu para o nível desejado (adequado), se a resposta for positiva, ela enviará um obrigado. Quando a planta for regada e a umidade do solo não alcançar o nível desejado, a planta regada mandará um twitter para relatar que foi regada, mas não o suficiente. Da mesma forma, se ocorrer um evento de irrigação, e a planta não estiver em necessidade de água, ela mandará um twitter para reclamar que está enfraquecida.





















Os projetistas também informam “lembre-se de dar à planta a quantidade adequada de luz e de fertilizar o solo em uma base regular. Com os devidos cuidados, sua planta enviará twitter por muitos anos”.





















Clique aqui para obter mais informações sobre o sistema.





















Redação CicloVivo





















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