Monday, December 10, 2012

CHECK OUT IN THE ECONOMIST_Obituary: Oscar Niemeyer



The Americas
Obituary
Oscar Niemeyer
Dec 6th 2012, 17:45 by H.J. | SÃO PAULO AND M.R. | LONDON



Oscar Niemeyer attends an event marking his 100th birthday in Rio de Janeiro
AP



The Roman Catholic Cathedral in Brasília
AFP
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MORE than any other individual, Oscar Niemeyer could claim to have created Brazil's image as a self-consciously modern country. Brazil's most famous architect turned the functionalism of Le Corbusier into a sensual minimalism that was at once daring and restrained. His motto was not that "form follows function" but that "form follows beauty". Like the functionalists he worked in reinforced concrete, but found poetry in it. He rejected right angles in favour of the "liberated, sensual curves" found in "the mountains of my country, in the sinuousness of its rivers, in the waves of the ocean, and on the body of the beloved woman"—shapes displayed in the stunning setting and bright, clear sunlight of his home city, Rio de Janeiro.
After a youth spent in Rio's bars and brothels and his father's printing workshop, he joined the practice of Lúcio Costa, one of Brazil's most influential modernist architects with whom he would enjoy a lengthy partnership. His first big commission was for another man who would become a close friend, Juscelino Kubitschek, then the mayor of Belo Horizonte, who hired Niemeyer to design a set of public buildings for Pampulha, a new suburb. They included a church that a fellow modernist, Oswald de Andrade, described as "the only cathedral still capable of inspiring conversion".
Further commissions for public buildings in Rio followed. Most of the buildings in São Paulo's Ibirapuera park, inaugurated in 1954, were designed by him, including an auditorium only recently built to his original design: a white trapezoid punctuated by a vivid red flame that shelters the entrance. There was also a collaboration—not without tensions—with Le Corbusier to design the United Nations headquarters in New York.
But it is Brasília, Brazil's modernist capital in the arid, empty interior plateau, with which Mr Niemeyer's name has become inextricably associated. Niemeyer recalled later that Kubitschek, elected Brazil's president in 1955, turned up in his house in Rio and said, "Oscar, we built Pampulha and now we're going to build Brasília". And they did.
An international jury chose a modernist plan scribbled on a piece of paper by Costa for a city laid out in the shape of a plane, filled with serried concrete boxes of apartment blocks, hotels and offices, each in their allocated quarters. The city's addresses ("SQN 303, Bl. C, 101") have all the poetry of machine code. But along the plane's central axis are arrayed Mr Niemeyer's palaces, light and jewel-like with their curving concrete ribs, with open ramps instead of steps.
The Cathedral, an abstract interpretation of cupped hands as 16 concrete columns spaced with vast stained-glass panels, fills with light during the day and shines out at night. The National Congress is two tall, thin blocks towering over a single low sweep that supports two huge white bowls. The larger one, upturned, represents the lower house and is often taken to symbolise its openness to all people and political thought (though cynics see it as a begging bowl that cruelly satirises the corruption of politics). The smaller one, downturned, represents the Senate, which has a more inward-looking, reflective role.
A lifelong communist, Mr Niemeyer spent most of the 21 years in which Brazil was ruled by a military dictatorship in Europe. He visited the Soviet Union and designed the Paris headquarters for the French Communist Party. But for him communism was more an abstract Utopia than everyday politics.
He returned to Brazil in 1985, and carried on working from his penthouse studio overlooking Copacabana beach until weeks before his death. He designed the Rio Sambadrome, where the city's carnival is staged, and then a similar stadium for São Paulo. The Contemporary Art Museum in Niteroi, across Guanabara Bay from Rio, resembling a flying saucer docking for a day trip at the beach, was completed in 1996. Responding to news of his death, Brazil's president, Dilma Rousseff, quoted his words: "We have to dream, otherwise things don't happen," and added her own tribute: "Few dreamed so intensely, or made as many things happen, as he did."
Correction: The Contemporary Art Museum in Niteroi was completed in 1996, not 2006 as originally stated. This was corrected on 

Wednesday, September 26, 2012

"Fernanda Garcya NADA ALÉM " PARABENS!!!"







Fernanda Garcya NADA ALÉM





Publicado em 25/09/2012 por fernandagarcya

Considerada uma das maiores cantoras populares do Brasil, nesse clipe, Fernanda Garcya mostra sua face mais intimista e romântica!
Produção musical: Fernando Vinhote
Direção de vídeo: Jaime Magnusson Junior
Direção executiva: Alexandre Menduni
Produção Geral: Luiz Ramos
Cabelo e maquiagem: Eduardo Amaral
Produção Visual: Erika Boechat

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CONFIRAM "TV Cultura apresenta 'Caravaggio - Mestre dos Pincéis e da Espada'"

 
 

 

TV Cultura apresenta 'Caravaggio - Mestre dos Pincéis e da Espada'

Especial será exibido no dia 01/10, às 23h30.

Bárbara Dantine Arte & Cultura

25/09/12 18:44 - Atualizado em 26/09/12 14:57

 

A mostra ‘Caravaggio e seus Seguidores’ trouxe ao Brasil uma exposição nunca vista antes com as obras do pintor Michelangelo Caravaggio. O público pode ver reunidos em um só lugar grandes trabalhos como ‘São Jerônimo Que Escreve’, que pertence a Galeria Borghese de Roma, ‘São Francisco em Meditação’, que fica no Palazzo Barberini também em Roma e ‘Medusa Murtola’, que pertence a um colecionador privado.

Mestre da luz e da sombra, um gênio de personalidade violenta, polêmica e transgressora. Caravaggio cometeu assassinato e foi condenado à morte. O mesmo Caravaggio pintou para a Igreja, para aquilo que representava o poder. Mas seus modelos eram os homens e mulheres do povo. Ele era tão humano quanto seus personagens.

Se você não foi conferir a exposição, você poderá conhecer a vida e obra de Caravaggio no documentário produzido pela TV Cultura: ‘Caravaggio – O Mestre dos Pincéis e da Espada’. Estão presentes no programa os comentários dos maiores especialistas do país, como os historiadores de arte André Tavares, Luciano Migliaccio e Luiz Marques, o curador da exposição "Caravaggio” e seus seguidores Fábio Magalhães, o filósofo e historiador Lorenzo Mammi e o fotógrafo de cinema Carlos Ebert, além de opiniões de homens e mulheres do povo nos bastidores da maior exposição sobre Caravaggio já trazida para o Brasil.

 

Sunday, January 8, 2012

CONFIRAM 'Reflexões de um liquidificador' aposta no humor negro




'Reflexões de um liquidificador' aposta no humor negro
Dirigido por André Klotzel ('Marvada Carne'), filme traz Selton Mello dublando o aparelho doméstico
08 de agosto de 2010 | 13h 08
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REUTERS
Em "Reflexões de um Liquidificador", comédia que estreia apenas em São Paulo na segunda-feira, o eletrodoméstico que está no título do filme reclama a certa altura da capacidade que tem de entender a tragédia das pessoas. Esta habilidade, aliás, é uma benção ou maldição que o afetou depois de uma manutenção. Selton Mello dubla o aparelho, com o cinismo um tanto doce que lhe é peculiar.
Como não podia deixar de ser, essa comédia de muito humor negro, no qual um dos protagonistas é um liquidificador falante, pede a suspensão dos laços com a realidade. Não é um filme realista, mas, claro, passa-se num mundo real onde licenças poéticas são necessárias para o andamento da história.
Dirigido por André Klotzel ("Marvada Carne", "Capitalismo Selvagem"), a partir de um roteiro de José Antonio de Souza, o filme tem como personagem central a dona de casa Elvira, interpretada pela ótima Ana Lúcia Torre. Ex-dona de bar, com o marido Onofre (Germano Haiut, de "O ano em que meus pais saíram de férias"), ela passa os dias na cozinha enquanto ele faz bico como segurança. Para ganhar um dinheirinho extra, ela também empalha bichos que ele vende numa feira.
Esta é a rotina do casal até o dia em que ela entra numa delegacia de polícia para dar queixa do desaparecimento do marido. O delegado (Zecarlos Machado) já vai avisando que, automaticamente, Elvira é a primeira suspeita. O investigador Fuinha (Aramis Trindade, de "Meu nome não é Johnny") começa a seguir a mulher. Em casa, seu único amigo é o liquidificador, que dialoga com ela ouvindo suas reclamações e aflições. A vizinha (a engraçada Fabiula Nascimento, de "Estômago") aparece de vez em quando para conversar.
Elvira nos faz lembrar da personagem inglesa Shirley Valentine, protagonista do filme e peça de teatro homônimos, de 1989. Aqui, no entanto, em vez de dialogar com as paredes, como a protagonista daquele filme, ela fala com o liquidificador, num diálogo absurdo mas encarado com naturalidade. Reside nesse fato, aliás, boa parte da graça da história. Assim como na afinada química entre Ana Lúcia e o equipamento que, mesmo sem vida, é o seu melhor amigo.
Klotzel não tem medo de ir além dos limites, sem nunca cair em escatologias ou baixarias, em prol de um humor bizarro, mas bastante divertido, construído em cima de diálogos e situações.
"Reflexões de um liquidificador" estreia num esquema diferenciado. Além entrar em cartaz numa segunda-feira, está apenas em uma sala (Espaço Unibanco 3 - Rua Augusta, 1475 - São Paulo), com preços variando entre R$ 2 e R$ 16, conforme o horário. Além disso, todas as sessões contarão com a exibição de um curta-metragem. E as duas últimas exibições de cada dia trarão um show de comédia de stand up. O diretor pretende levar o longa para outras cidades e planeja também um lançamento diferenciado para cada local.
(Por Alysson Oliveira, do Cineweb)
* As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb 

Monday, November 21, 2011

CONFIRAM "Palestra: O que a internet está fazendo com nossas mentes?"

SOURCE/LINK:

Uma palestra apresentada no Instituto de Matematica e Estatistica da USP em 18/10/2011 pelo prof Dr Valdemar Setzer, baseada no tema do livro "The Shallows: What the Internet Is Doing to Our Brains" de Nicholas Carr.



Carta na Escola
http://www.gravatar.com/avatar/52cc0962022dbfc52f002c6a23c9322b?default=http%3A%2F%2Fwww.cartacapital.com.br%2Fwp-content%2Fthemes%2Fcartacapital%2Fimg%2Favatar-neutro.jpg&size=45
Roberto Taddei
Geração Y
17.11.2011 12:53
O que a internet está fazendo com nossos cérebros

Carr: A tecnologia pode obstruir o aprendizado, a memória e talvez a empatia. Foto: John Todd/AFP
Quando Nicholas Carr escreveu The Shallows: What the internet is doing to our brains (A Geração Superficial: O que a internet está fazendo com o nosso cérebro), o iPad ainda era apenas uma boa promessa, o Google Wave aparecia como um provável sucesso e os e-books ainda não tinham decolado. Hoje, o Google aposentou o serviço, o iPad é sucesso no mundo todo e as vendas de e-books estouraram nos Estados Unidos. Nesta entrevista, Carr diz como os novos avanços tecnológicos e da internet continuam oferecendo riscos aos nossos cérebros.
Carta na Escola: A maneira como a web é organizada estimula um sistema de recompensas que sugere que somos explorados pelos sites em suas brigas por audiência e retorno comercial. Seria o caso de algum controle legal ou de regulação a respeito do que se pode fazer na rede? Precisamos de proteção? Isso não implicaria censura da liberdade de expressão?
Nicholas Carr: É difícil dizer o quanto de nossos hábitos online resultam de pressões comerciais e o quanto é um reflexo de nossas próprias escolhas. Em outras palavras, nós podemos estar escolhendo ser superficiais. Não estou seguro a respeito de o controle governamental ou das regulações na forma como usamos a rede ser algo aconselhável. Se quisermos mudar nossos hábitos, isso realmente depende de nós, como indivíduos e como sociedade.
CE: A invenção e a proliferação da escrita e da leitura não são uma história fácil, nem mesmo natural, como o senhor reforça. Seria justo imaginar que o futuro da leitura e da escrita será determinado apenas pela facilidade dos usuários na utilização de ferramentas tecnológicas? Não temos espaço para mais esforços cognitivos?
NC: Nossa tendência é usar tecnologias para facilitar nossa vida, não para dificultar e, com os computadores em rede, esse desejo por conveniência está tendo uma enorme influência sobre nossas vidas intelectuais, assim como em nas físicas. Acho que existem evidências de que essa tal facilidade pode obstruir nosso aprendizado e nossa memória, e talvez até mesmo nossa disposição para a empatia.
CE: Quando o senhor publicou seu livro, em 2010, os livros eletrônicos representavam apenas 35% do total das vendas da Amazon. Agora, esse número já ultrapassa o de vendas de obras impressas. Procuramos por mais narrativas longas, ao mesmo tempo que gostamos da experiência dos aparelhos eletrônicos?
NC: As primeiras versões de leitores digitais, como o Kindle original, faziam um bom trabalho na replicação da experiência de um livro impresso. Mas, como já estamos vendo nas versões recentes de aparelhos como o iPad e o Nook, mais e mais opções e funcionalidades estão sendo incorporadas – e, ao mesmo tempo, oferecendo mais distrações aos leitores. Acredito que, no longo prazo, livros digitais tendem a ser lidos de maneira mais superficial, mais distraída do que os livros impressos.

CE: Com a web 2.0, as redes sociais e as ferramentas de curadoria e seleção de conteúdos, parece que caminhamos para uma relação mais atuante na rede e que nos leva a escolher nossas leituras. No entanto, diminuímos a quantidade de conteúdos diferentes a que somos expostos. Corremos o risco de perder a dimensão da rede e de ficar presos em um mesmo grupo?
NC: Sim, acho que estamos vendo essa mudança para uma rede mais controlada, mais “personalizada”. Essa é uma tendência muito similar ao que vimos com outros meios de comunicação no passado, como o rádio, e parece ser o resultado da comercialização. Certamente, há o risco de que acabaremos sendo expostos apenas ao que nos é familiar e assim reforçaremos as nossas próprias idiossincrasias. Nós nos tornaríamos mais limitados, em vez de mais amplos em nossas perspectivas.

Monday, August 1, 2011

Confiram "Entrevista com o economista Sérgio Besserman" na Rede Brasil

SOURCE/LINK: http://tvbrasil.org.br/conexaorobertodavila/




Dom, 31/07 - 20h

Entrevista com o economista Sérgio Besserman

Ele fala de política e de estudos na área sócio-ambiental
O Conexão Roberto D’ Avila entrevista neste domingo (31), às 20h, o economista Sérgio Besserman, que relata fatos históricos importantes do segundo governo de Getúlio Vargas. O assunto parte de sua tese de mestrado, em que também ressaltou o papel de Tancredo Neves na história política do Brasil. O economista ainda fala sobre o irmão Bussunda, das projeções dos cientistas sobre as mudanças climáticas, a urgência de investimentos em fontes de energia alternativas e a busca por uma economia sustentável.
Um economista dedicado aos estudos nas áreas sócio-ambientais, Sérgio Besserman entrou para os quadros do BNDES em 1988. Foi diretor de
Sergio Besserman
planejamento e o primeiro diretor da área social do banco, após a sua criação em 97. Entre os anos de 1999 e 2003, presidiu o IBGE.
Sérgio esteve à frente do Censo de 2000 – fundamental para se traçar o perfil do Brasil na virada do século XXI. Ele comandou ainda um estudo aprofundado sobre as favelas do Rio de Janeiro, base de importantes análises sobre a favelização nas grandes cidades brasileiras.
Foi, ainda, presidente do Instituto Pereira Passos, órgão que fomenta políticas públicas nas áreas de urbanismo e memória da cidade do Rio de Janeiro.
Atualmente, Sérgio Besserman é professor do departamento de economia da PUC do Rio.